2 de set. de 2011

Que diferença estamos fazendo no mundo?

Meu irmão, minha irmã, eu peço que você leia com atenção o breve texto abaixo, que retrata um estilo de vida que muito nos diz respeito:
“Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” (carta a Diogneto, n. 5).
Você certamente já sabe a respeito de quem o autor está falando. Esse é um texto muito antigo, escrito nos inícios da propagação da fé cristã.
Nas origens, aqueles que eram “autenticamente” cristãos davam esse tipo de testemunho, tanto que muitos estudiosos, que se dedicam a analisar a vida das primeiras comunidades cristãs, atestam que a mensagem evangélica, a fraternidade vivida nos grupos e o testemunho de santidade, indo até o martírio, levaram muitos a aderirem à nova religião.
Na sequência do texto, o autor diz: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo”. Eles, os cristãos, davam vida ao mundo!
E com quem aprenderam a ser assim? Com o Senhor Jesus, claro! Sim, os cristãos, verdadeiramente fiéis, imitavam Jesus Cristo, tendo por base a Doutrina propagada pelos apóstolos.
E quanto a nós? Se alguém se dedicar a nos observar e retratar o nosso estilo de vida, hoje, como irá nos descrever? Nós, que somos católicos, que frequentamos a Missa, Grupos de Oração, que imagem passamos aos que nos conhecem, convivem conosco?
É necessário que façamos essa autoavaliação, porque temos o compromisso de dar testemunho de vida. Esse é o primeiro meio de evangelização, como nos ensina Paulo VI (Evangelli Nuntiandi, n. 41).
Então, como estamos vivendo? Como temos conduzido nossa vida? Nossos pensamentos, sentimentos, ações são parecidos com os de Jesus?
Em quem nos espelhamos? Qual o papel dos Evangelhos em nossa vida? Eles pautam nosso agir? O que Jesus ensinou, nós buscamos fazer? Temos nos esforçado para isso?
Recebemos uma missão: ser “rosto e memória de Pentecostes”. Devemos mostrar ao mundo a face do cristianismo autêntico; não deixar cair no esquecimento o modelo de vida de nossos pais na fé. Isso é reimplantar uma cultura que já esteve fortemente presente na humanidade. Somos chamados a resgatar, na força que vem do alto, a “Cultura de Pentecostes”.
Somente cheios do Espírito Santo poderemos viver como Jesus viveu. Somente o Paráclito pode nos dar coragem para anunciar, viver o amor fraterno, a santidade. Clamemos sem cessar por sua presença, para que o mundo veja e creia.
Em Cristo,

Lúcia V. Zolin
Coord. Nacional da Comissão e do MCS da RCCBRASIL

MCS - GO SDS - 09/2011

Encontro Regional do MF

No último final de semana aconteceu em Montenegro o Encontro Regional do Ministério de Formação, onde estiveram presentes formadores de RS, SC e PR. Para ver fotos do evento acesse o blog da RCC da Diocese de Montenegro.

MCS - GO SDS - 09/2011

1 de set. de 2011

Aconteceu: Mutirão ecumênico sulão VI

De 26 a 28 de agosto, representantes da Diocese de Montenegro participaram do Mutirão Ecumênico, Sulão VI, em São Leopoldo.


     O padre Pedro Nicolau Schneider e a jovem Edoarda Scherer, que atua na Rede Ecumênica da Juventude (Reju Sul) e na Pastoral Universitária Ecumência (Pasune), estiveram presentes.  Da área da Diocese, também participou o jovem Gustavo Trapp, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, de Estrela.
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     O evento, que teve como tema “Unidos em Cristo na Defesa da Criação”, contou com a presença de agentes ecumênicos do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo, além de países como Uruguai, Argentina, Colômbia, Portugal, Alemanha, Cuba e África.


Juventude Ecumênica quer ampliar ações
     Durante a realização do Mutirão Ecumênico Sulão VI, as organizações de juventude ecumênicas se reuniram para estabelecer parcerias para as atividades realizadas no Brasil. O encontro foi uma iniciativa da Rede Ecumênica da Juventude (Reju) e da Federação Universal de Movimentos Estudantes Cristãs(ãos) (Fumec).
     Edoarda Scherer, da Diocese de Montenegro, participou das atividades representando a Reju-Sul). Ela conta que, especificamente, buscou-se a ampliação de articulações da Fumec no Brasil e também a ampliação de mobilizações da Reju na América Latina.
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MCS - GO SDS - 09/2011

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