Olá amados e amadas de Deus!
Hoje é uma data que, para muitos é sinônimo de carinhos, lembranças ainda
maiores, porém para outros (na maioria dos casos quem não namora) diz que
odeiam esse dia. Cada um é livre para odiar e gostar do dia que quiser, mas o
que quero colocar é que nós, como filhas e filhos amados de Deus, que esperam o
melhor do Senhor para viver, devemos colocar nossa esperança mais ainda nEle.
Passar esse dia mais uma vez “solteiro” não é o fim do mundo. Pense que quanto
mais você espera, mais Deus vai honrar a tua espera, jovem, e um dia tudo isso
vai ser recompensado. Claro, que não é só Deus que tem que ser fiel a nós, a
gente também precisar ser fiel a Ele. Fazendo a nossa parte, rezando, adorando,
servindo em nossa paróquia, movimentos e grupo de oração. Esperar no Senhor não
é ficar parado, mas é servir.
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12 de jun. de 2013
29 de abr. de 2013
O tempo de Deus é perfeito!
“Essa é a vontade de Deus: a vossa
santificação; que eviteis a impureza; que cada um de vós saiba possuir o seu próprio
corpo santa e honestamente, sem se deixar levar pelas paixões desregradas” 1
Tessalonicenses 4, 3-5
Essa passagem nos coloca diante de
muitas situações que o mundo apresenta-nos nos dias atuais. Quantos jovens que
você conhece que acabam namorando e levando uma vida desregrada de forma apressada,
sem pensar nas consequências? Quantos jovens que conhecemos que vivem somente
para os prazeres do mundo, que esquecem que foram criados por Deus e que não
dão valor para o próprio corpo e o vendem por preços baratos. Isso não pode
ficar assim mais, nós, jovens apóstolos do Espírito Santo temos que dar um novo
rumo pra essa juventude. Não é fácil, mas Deus disse que não seria fácil, mas
no final podemos ver a recompensa de jovens que tiveram suas vidas transformadas
por Cristo Jesus.
28 de set. de 2012
Globo News: campanhas para convencer os jovens a usar contraceptivos não estão adiantando
Fonte: O catequista
Saiu ontem na Globo News: uma pesquisa realizada pela Unifesp revelou que a maioria dos jovens brasileiros não se previne para evitar uma gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis. Foram entrevistados mais de 3 mil jovens, com idade acima de 16 anos, em quatro capitais brasileiras (São Paulo, Curitiba, Recife, Belo Horizonte).
Na pesquisa, foi constatado que:
- 73% dos jovens acima de 16 anos não usaram nenhum método contraceptivo na primeira relação sexual;
- 54% dos entrevistados já tiveram relações no primeiro encontro;
- 84% têm filhos.
Na matéria, o Dr. José Bento, ginecologista, comentou esses “dados preocupantes”. Prestem MUITA ATENÇÃO no que ele disse:
- Nós não estamos conseguindo atingir a cabeça desses jovens. Nós precisamos pensar em campanhas diferentes, porque as que estão sendo veiculadas não estão adiantando.
Puxa, por que será que as campanhas não estão adiantando? Estranho, né…
Há décadas, a mídia vem martelando na cabeça dos jovens que a moral sexual é coisa de gente retrógrada, que pode tudo, que “toda maneira de amor vale a pena”, com quantas pessoas você quiser. Nas revistinhas de voltadas para o público adolescente, 80% das páginas dão “dicas” de sexo; nas novelas, namoro casto é coisa que praticamente não existe. A pornografia está sendo aclamada no mundinho intelectualóide, e já virou até “cult”.
O Dr. José Bento se disse “estarrecido” com as conclusões da pesquisa. Ora, por quê? Diante da decadência moral, isso era mais do que esperado. A sociedade orgulhosamente “racional”, “científica” e ateia, em poucos anos, fez pó de toda a moralidade e decência que o cristianismo levou séculos para consolidar. Eis aí o resultado…
Os governos e as ONGs gastam somas estratosféricas em campanhas com resultados pífios ou nulos, tentando frear com os dedos um trem que está descendo a ladeira, completamente desgovernado. Ensinaram aos jovens que o prazer e os desejos do corpo estão acima de tudo, que “se reprimir” é algo mau. E ainda insistem na burrice de tentar resolver essa miséria distribundo panfletos e balões coloridos, tagarelando o mesmo papo pró-camisinha de sempre (que os jovens não usam justamente para não terem “menos prazer”)! Ah, vá…
Promiscuidade não combina com responsabilidade
Os jovens não estão escutando vocês, doutor? Sim, eles escutaram só a parte que lhes interessa, a da sacanagem desenfreada. E, por mais que vocês tentem vincular isso a “responsabilidade”, não cola, não vai colar nunca! Promiscuidade e responsabilidade até rimam, mas, na prática, são valores opostos, que não se misturam. A mentalidade promíscua é essencialmente egoísta, amante da loucura, da inconsequência. A castidade, ao contrário, é o amor que se sacrifica, que sabe esperar, pelo bem de si mesmo e do outro.
Arrancaram os jovens do coração da Igreja e plantaram em suas mentes o ódio contra ela (e muitas vezes nós cristãos fomos omissos). Pois bem: temos agora uma geração de jovens “livres” que só escutam e seguem os seus próprios desejos e caprichos, e mais nada. São deuses e escravos de si mesmos.
Qual é o caminho?
Não adianta simplesmente substituir o atual modelo de campanha bundalelê pelo estímulo à abstinência (experiência que deu muito certo na Uganda e na Nigéria, por exemplo). É preciso, acima de tudo, reconstruir uma as bases da civilização ocidental: a FAMÍLIA.
De nada valerá ficar doutrinando os jovens pra manter os bilaus e piriquitas dentro das calças, se a família está destroçada e se os pais não são presentes em suas vidas. Mas aí o buraco é beeeeem mais embaixo…
Que o Beato João Paulo II, que tanto enfatizou a importância da família tradicional, possa ajudar cada um de nós a construir uma família que seja sal da terra e luz para o mundo. Dá uma força pra nóis aí, JP!
Se você ainda não leu, confira o nosso post: “Epidemia de AIDS: tem culpa eu?“.
MCS - GO SDS - 09/2012
13 de set. de 2012
Masturbação: psicologia e fatores que influenciam
Por favor observe que digo “tendência” (mais precisamente, tendência desordenada). Muitas pessoas têm encontrado, de diversas formas, controle sobre essa tendência com um programa espiritual. Outros, entretanto, lutam no escuro, e é para esse grupo que escrevo.
CONSIDERAÇÕES PSICOLÓGICAS SOBRE O HÁBITO DA MASTURBAÇÃO
A masturbação é algumas vezes chamada de “auto-abuso”, ou onanismo, ou ainda em livros seculares, “auto-estimulação”. Quando a estimulação psíquica acontece durante o sono, é conhecida como polução noturna. [...]
Mas talvez a descrição mais incisiva do hábito da masturbação esteja em uma carta de C.S. Lewis, citada por Leanne Payne em “The Broken Image”: “Para mim o verdadeiro mau da masturbação consiste no fato de que ele pega um apetite que, no uso correto, levaria o indivíduo para fora de si a fim de completar (e corrigir) a própria personalidade na personalidade de outra pessoa (e finalmente nos filhos e até nos netos) e a inverte, fazendo-a voltar-se para a prisão do “si mesmo”, a fim de manter um harém de esposas imaginárias. E esse harém, uma vez admitido, trabalha contra a chance da pessoa um dia sair dele e realmente se unir a uma mulher real. Isso porque esse harém está lá, sempre acessível, sempre subserviente, não exige sacrifícios ou ajustes, e pode ser acompanhado de atrações eróticas e psicológicas que nenhuma mulher real pode trazer”. Essa citação pode ser aplicada também às mulheres. Ela expressa o significado da masturbação como uma fuga pessoal da realidade em direção à prisão da luxúria.
FATORES QUE CONTRIBUEM AO HÁBITO DA MASTURBAÇÃO
A masturbação é um fenômeno complexo. [...] Escutando as pessoas logo se vê que a solidão é a principal causa, levando o indivíduo ao isolamento, fantasia, e masturbação. A solidão geralmente vem acompanhada de sentimentos de profunda auto-depreciação e ressentimento. Quando o mundo real é duro e proibitivo, a pessoa se volta para a fantasia, e quando a pessoa perde muito tempo em um mundo de fantasia, torna-se escravo de objetos sexuais (pois essa é a maneira com que ele vê as pessoas, como objetos sexuais).
Daí a pessoa entra no mundo irreal, mas prazeroso, da própria imaginação. Esse é o princípio do vício sexual, tão bem descrito por Patrick Carnes.
O hábito da masturbação se transforma muito frequentemente em vício, ou seja, a pessoa não consegue mais controlar a atividade masturbatória, apesar de grandes esforços nesse sentido. Normalmente falta a essa pessoa um “insight”, ela precisa de terapia em conjunto com uma direção espiritual.
Entretanto, às vezes o hábito da masturbação é temporário e circunstancial. Por exemplo, tão logo a pessoa sai de determinado ambiente, a tendência a se masturbar desaparece. [...]
LIDANDO COM A MASTURBAÇÃO A PARTIR DO PONTO DE VISTA RELIGIOSO
[...] A maneira mais errada de lidar com a questão é pensar que os adolescentes vão parar de se masturbar quando crescerem. Muitos não deixam. Outro mito é dizer que quem pratica a masturbação tem menor chance de ter relações reais com outra pessoa de outro sexo ou do mesmo sexo. Isso pode ser verdade em algumas circunstâncias, mas a masturbação pode levar a agir com outras pessoas. Em alguns casos a masturbação foi recomendada como meio de aliviar as tensões do corpo, como uma forma de terapia sexual. Outros terapeutas usam a masturbação como um modo (alegam) terapêutico de reviver experiências sexuais traumáticas da infância (esse tipo de tratamento não é mais usado por terapeutas de prestígio). A masturbação mútua tem sido usada por homossexuais como forma de “sexo seguro”. Outros conselheiros minimizam o problema, não dão conselho algum, a não ser “não se preocupe com isso”. [...]
Parece, entretanto, que a atitude correta é tratar a masturbação habitual e compulsiva como um problema aberto à soluções, desde que a pessoa siga um projeto espiritual. Ele deve assumir a responsabilidade pelo seu futuro. À medida que vai se tornando mais livre da desordem, ele também se torna mais responsável. Isso vai se tornando mais claro, e posso mostrar algumas situações típicas.
Adolescentes. É fato que adolescentes têm sido bombardeados com estímulos sexuais pela mídia, e os pais muitas vezes falham em dar orientações morais, e mesmo o clero e religiosos permanecem calados sobre o assunto. Por isso não é surpresa alguma que os adolescentes não saibam nada sobre a moralidade da masturbação. Muitos já se envolvem e se tornam viciados na prática antes mesmo de se conscientizarem plenamente que ela é moralmente errada. Eu uso o termo “plenamente” porque, apesar de toda a lavagem cerebral de nossa cultura, muitos jovens sentem que a masturbação é errada.Ao mesmo tempo eles se sentem incapazes de controlar um hábito já existente, e em sua vergonha e culpa escondem-se e fogem de discutir o assunto com conselheiros, e fogem mais ainda de discutir o assunto com padres, já que eles são tidos como figuras autoritárias. Incertos sobre si mesmos, confusos acerca dos valores propostos pela cultura, e algumas vezes pela própria família, esses jovens facilmente se refugiam no mundo da fantasia do prazer sexual.
Muitas vezes temerosos de relacionamentos reais com pessoas do outro sexo, eles mergulham no mundo da fantasia da masturbação. Adicione-se a isso o caos moral e os conselhos errados sobre masturbação em aulas de religião em algumas escolas católicas, e você pode compreender porque nossos jovens sequer mencionam no confessionário a masturbação como um problema moral. Isso dá aos padres ainda mais motivos para responder seriamente aos jovens que levantam essa questão.
Precisamos fornecer direcionamento espiritual adequado aos jovens, reconhecendo seu desejo de ser casto, e dando-lhes conselhos específicos no assunto.
Talvez falhemos em perceber a quantidade de culpa presente em jovens com o hábito da masturbação. Eles percebem que há algo errado no que fazem, apesar de lhes falarem para “não se preocupar com isso”, ou “você não pode fazer nada”, ou “quando você crescer isso passa”. Eles precisam de orientação, mas não a receberão enquanto não forem informados sobre a moralidade da masturbação, e os fatores psicológicos que muitas vezes os impedem de exercer o livre-arbítrio. A minha opinião (e a de outros confessores) é que muitos adolescentes não comparecem à Santa Comunhão aos domingos por sentirem que não conseguem superar o hábito.Já com relação aos jovens adultos, o mito diria que esse hábito é para passar nessa idade. Mas com o casamento acontecendo cada vez mais tarde (depois dos 25 anos), com noivados durando anos a fio, e com o constante estímulo da mídia e da propaganda, não é surpresa que muitos homens e mulheres da masturbação, algumas vezes masturbação mútua. Pessoas muito envolvidas assim se consideram virgens, já que não aconteceu a penetração vaginal, são chamados de “tecnicamente virgens”, mas é preciso que eles reconquistem a virtude da pureza.
Outras pessoas solteiras vivem na fantasia quando não estão trabalhando. Sem namorar com ninguém por uma variedade de razões, incertos sobre o que fazer da vida, e sem compromisso com esposa e filhos, frequentemente eles buscam refúgio em várias formas de fantasia, como revistas eróticas, etc. Estão muito ocupados com vários compromissos, e muito solitários. Sua tendência a se masturbar muitas vezes extrapola para um intercurso genital quando surge a oportunidade. Em outras palavras, seu ídolo é o sexo.
É muito difícil chegar a esse grupo, que muitas vezes só vem à Igreja na Páscoa e no Natal, para agradar a família. Talvez quando chegarem aos 30 anos e perceberem que há mais na vida do que só sexo, aí então venham buscar auxílio espiritual. Aqui a atividade sexual não é tanto o problema, mas um sintoma de uma profunda fuga do que é espiritual.
Quanto aos adultos mais maduros, é minha experiência que quando cristãos atingem os 30 anos sem ter escolhido uma vocação na vida, tal como casamento, vida religiosa, sacerdotal, ou uma vida de solteiro servindo a Cristo no mundo, eles começam a se perguntar pelo sentido da vida pessoal. Ainda assim, os desejos sexuais permanecem fortes como antes, e talvez mais intensos, e a pessoa pode gastar mais tempo da fantasia, levando à masturbação freqüente.
Isso, por sua vez, produz fortes sentimentos de vergonha e culpa. Se a pessoa não procura orientação espiritual para o problema, ou se quando procura não encontra nenhuma ajuda, ela vai continuar levando esse peso para a terceira idade.
ALGUMAS DIRETIVAS ESPIRITUAIS
Adolescentes. É fato que adolescentes têm sido bombardeados com estímulos sexuais pela mídia, e os pais muitas vezes falham em dar orientações morais, e mesmo o clero e religiosos permanecem calados sobre o assunto. Por isso não é surpresa alguma que os adolescentes não saibam nada sobre a moralidade da masturbação. Muitos já se envolvem e se tornam viciados na prática antes mesmo de se conscientizarem plenamente que ela é moralmente errada. Eu uso o termo “plenamente” porque, apesar de toda a lavagem cerebral de nossa cultura, muitos jovens sentem que a masturbação é errada.Ao mesmo tempo eles se sentem incapazes de controlar um hábito já existente, e em sua vergonha e culpa escondem-se e fogem de discutir o assunto com conselheiros, e fogem mais ainda de discutir o assunto com padres, já que eles são tidos como figuras autoritárias. Incertos sobre si mesmos, confusos acerca dos valores propostos pela cultura, e algumas vezes pela própria família, esses jovens facilmente se refugiam no mundo da fantasia do prazer sexual.
Muitas vezes temerosos de relacionamentos reais com pessoas do outro sexo, eles mergulham no mundo da fantasia da masturbação. Adicione-se a isso o caos moral e os conselhos errados sobre masturbação em aulas de religião em algumas escolas católicas, e você pode compreender porque nossos jovens sequer mencionam no confessionário a masturbação como um problema moral. Isso dá aos padres ainda mais motivos para responder seriamente aos jovens que levantam essa questão.
Precisamos fornecer direcionamento espiritual adequado aos jovens, reconhecendo seu desejo de ser casto, e dando-lhes conselhos específicos no assunto.
Talvez falhemos em perceber a quantidade de culpa presente em jovens com o hábito da masturbação. Eles percebem que há algo errado no que fazem, apesar de lhes falarem para “não se preocupar com isso”, ou “você não pode fazer nada”, ou “quando você crescer isso passa”. Eles precisam de orientação, mas não a receberão enquanto não forem informados sobre a moralidade da masturbação, e os fatores psicológicos que muitas vezes os impedem de exercer o livre-arbítrio. A minha opinião (e a de outros confessores) é que muitos adolescentes não comparecem à Santa Comunhão aos domingos por sentirem que não conseguem superar o hábito.Já com relação aos jovens adultos, o mito diria que esse hábito é para passar nessa idade. Mas com o casamento acontecendo cada vez mais tarde (depois dos 25 anos), com noivados durando anos a fio, e com o constante estímulo da mídia e da propaganda, não é surpresa que muitos homens e mulheres da masturbação, algumas vezes masturbação mútua. Pessoas muito envolvidas assim se consideram virgens, já que não aconteceu a penetração vaginal, são chamados de “tecnicamente virgens”, mas é preciso que eles reconquistem a virtude da pureza.
Outras pessoas solteiras vivem na fantasia quando não estão trabalhando. Sem namorar com ninguém por uma variedade de razões, incertos sobre o que fazer da vida, e sem compromisso com esposa e filhos, frequentemente eles buscam refúgio em várias formas de fantasia, como revistas eróticas, etc. Estão muito ocupados com vários compromissos, e muito solitários. Sua tendência a se masturbar muitas vezes extrapola para um intercurso genital quando surge a oportunidade. Em outras palavras, seu ídolo é o sexo.
É muito difícil chegar a esse grupo, que muitas vezes só vem à Igreja na Páscoa e no Natal, para agradar a família. Talvez quando chegarem aos 30 anos e perceberem que há mais na vida do que só sexo, aí então venham buscar auxílio espiritual. Aqui a atividade sexual não é tanto o problema, mas um sintoma de uma profunda fuga do que é espiritual.
Quanto aos adultos mais maduros, é minha experiência que quando cristãos atingem os 30 anos sem ter escolhido uma vocação na vida, tal como casamento, vida religiosa, sacerdotal, ou uma vida de solteiro servindo a Cristo no mundo, eles começam a se perguntar pelo sentido da vida pessoal. Ainda assim, os desejos sexuais permanecem fortes como antes, e talvez mais intensos, e a pessoa pode gastar mais tempo da fantasia, levando à masturbação freqüente.
Isso, por sua vez, produz fortes sentimentos de vergonha e culpa. Se a pessoa não procura orientação espiritual para o problema, ou se quando procura não encontra nenhuma ajuda, ela vai continuar levando esse peso para a terceira idade.
ALGUMAS DIRETIVAS ESPIRITUAIS
Acredito que as seguintes diretivas são úteis:
(1) Ajude a pessoa a refletir sobre o sentido da vida, suas esperanças, suas conquistas, seus desapontamentos, suas frustrações, sua solidão. Tente descobrir o que consome a pessoa, já que a masturbação geralmente é um sintoma da inquietude da alma, e precisamos atacar as causas do problema primeiro.
(2) Se possível, procure construir com a pessoa um projeto espiritual de vida.
(3) Conscientize a pessoa que a maioria dos seres humanos têm a tendência de fugir para mundos prazerosos de fantasia quando a realidade se torna dura e difícil, e a masturbação geralmente surge a partir da fantasia sexual. A estratégia espiritual é aprender como trazer a pessoa de volta da fantasia para a realidade tão cedo quanto possível, assim que se percebe que a fantasia sexual está envolvendo a pessoa. Uma técnica que funciona com algumas pessoas é fazer uma curta oração, e então começar a fazer algo de externo e físico, como por exemplo caminhar, fazer algum trabalho doméstico, e daí por diante. Já aconteceu de você se encontrar em uma fantasia de raiva, de inveja ou sexual, e o telefone tocar, e quando você vai atender a fantasia desvanece? A questão é se manter na realidade.
(4) Além de compartilhar o problema com um diretor espiritual, tente encontrar um grupo de suporte com o “Sexaholics Anonymous (S.A.)”. Cultivar amizades reais com pessoas reais reduz significativamente o poder da fantasia sexual, e dá à pessoa um sentido de valor pessoal.
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Trecho do artigo “The Pastoral Problem of Masturbation”, de John F. Harvey, OSFS. Disponível no site Courage.net -
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