Mostrando postagens com marcador Evangelização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Evangelização. Mostrar todas as postagens

30 de mar. de 2015

Ministério para crianças: o início da vida cristã!


Oportunizar para que as crianças tenham uma experiência com Deus e se sintam amadas por Ele, através do ensino da fé católica. Esse é o objetivo do ministério para crianças na qual Andreia Salvadori atua como serva, na Renovação Carismática Católica (RCC). “A nossa missão é gerar uma consciência na comunidade, priorizando o respeito pela infância, para formar, cuidar e desenvolver desde cedo um relacionamento com Deus”, explicou.

21 de ago. de 2013

Deus quer te fazer profeta das nações



Você foi chamado para ser luz do mundo e marcar essa geração. Jovem, você não nasceu pra ser mais um, e sim para ser profeta das nações, pescador de homens. Assim como no passado os discípulos foram selecionados, hoje Deus escolhe você para levar a luz do amor dEle ao mundo que sofre.
Para atender a esse chamado do Senhor, basta que você apenas dê o seu SIM a Ele. E maravilhas Deus fará em sua vida a partir do momento que você começar a segui-lo. 

Deus te ama e nunca vai te esquecer!



MCS - GO SDS

6 de ago. de 2013

Jesus vai lhe revelar a Sua glória



“Pedro, então, disse a Jesus: ‘Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias’” (Lucas 9,33).

Hoje, celebramos a Festa da Transfiguração do Senhor. Esse acontecimento é tão importante, tão sublime que a Igreja a celebra como uma festa à parte de sua liturgia.
Antes da Sua Paixão, antes de passar por todos aqueles acontecimentos pascais de Seu sofrimento e de Sua morte, o Senhor antecipa Sua glória para Seus apóstolos. Ele sobe ao Monte Tabor e, ali, na presença de Pedro, Tiago e João, Jesus revela a Sua face transfigurada; mais do que isso, Ele revela a Sua messianidade, revela que é Cristo Messias, não por palavras, mas por aquilo que acontece.

20 de jun. de 2013

Use os talentos que Deus lhe deu para glorificar o nome do Senhor


“O primeiro se apresentou e disse: ‘Senhor, a tua moeda rendeu dez moedas’. Ele lhe disse: ‘Muito bem, servo bom! Já que foste fiel num negócio pequenino, recebe autoridade sobre dez cidades’. O segundo veio e disse: ‘A tua moeda, senhor, produziu cinco moedas’. Ele disse do mesmo modo a este: ‘Quanto a ti, toma a direção de cinco cidades’. Um outro veio e disse: “ Senhor, eis que aqui a tua moeda, que eu tinha posto à parte, num pano. Eu tinha medo de ti, porque és um homem severo: tomas o que não depositaste e ceifas onde não semeastes” (Lc 19,16-21)






MCS GO SDS

1 de jun. de 2013

Deixe-se ser conduzido por Deus




Há momentos, em nossa vida, que não conseguimos compreender o que está acontecendo conosco nem ao nosso derredor. E quando as coisas fogem do nosso controle, sentimos medo e ficamos espantados, como os apóstolos ficaram. Mas com Jesus à frente, mesmo com todas as circunstâncias desfavoráveis, devemos prosseguir, porque Ele é o nosso Pastor e “em verdes prados Ele nos faz repousar. Conduz-nos junto às águas refrescantes” (Sl 22,2). 

Entreguemos, hoje, nas mãos de Jesus, as rédeas da nossa vida e deixemo-nos ser conduzidos por Ele.

Luzia Santiago

30 de mai. de 2013

Perdão: a porta aberta para as bençãos de Deus




Quando paramos para meditar a oração que Jesus nos ensinou, o Pai-nosso, tomamos consciência de que precisamos perdoar para sermos perdoados. Porque, se nos fechamos ao perdão, nos fechamos a Deus que é Perdão e Amor. É como se nos revestíssemos de uma capa plástica: o Senhor quer nos perdoar, mas estamos envolvidos por essa “capa impermeável”, de forma que o perdão não nos atinge. Percebeu como perdoar é algo de suma importância para nossa vida? Pois, se nos fechamos ao perdão, conseqüentemente, nos fechamos a Deus, porque Deus é perdão.


28 de mai. de 2013

Caminhar em Santidade



Deixa que o Senhor te ajude a caminhar em Santidade. Entregue-se a Ele. Coloca teus sonhos e planos nas mãos dEle, peça ao Espírito Santo a graça de ser santo a cada dia que amanhece, pois o caminho da Santidade se alcança apenas com Jesus Cristo.

Abençoada semana!

MCS - GO SDS




23 de mai. de 2013

Resplandecer a face de Jesus


Deixemos resplandecer a face do Senhor em nossas vidas. Que cada atitude nossa seja para honrar o nome de Jesus. Quando pensarmos em cometer qualquer coisa que não esteja no coração do Senhor, que lembremos da canção produzida no coração de Jesus para nós, para que assim nossa vida seja um resplendor da face do Senhor na vida do próximo.

A paz de Jesus...




11 de mai. de 2013

Seja luz do mundo!


Sejamos luz para as nações que não conhecem o Senhor. Que através da nossa comunhão com Deus, possamos levar com nossas atitudes, e se forem preciso, com palavras, o Amor de Cristo por cada um de nós. Que com nossa juventude possamos incendiar esse mundo com o Espírito Santo de Deus!

A paz de Jesus!


MCS - GO SDS
Daiana Vieira Lopes  

2 de mai. de 2013

Conduzidos pelo Espírito Santo





A grande proposta do Senhor, neste dia de hoje, para nós, é que confiemos no Espírito Santo.
Com certeza, ao longo do dia, vamos precisar de graças extraordinárias para enfrentar determinadas situações. O que precisamos é do Espírito Santo, com os carismas próprios para a missão que precisamos realizar hoje.

Somente assim poderemos enfrentar os sofrimentos e dificuldades como o fizeram os grandes homens da Bíblia, como Paulo, Pedro, Estêvão, Tiago e cada um dos primeiros cristãos.

4 de fev. de 2013

Semana Missionária em São Sebastião do Caí

Descrição: http://www.rccbrasil.org.br/imagens/images/Projetos/sugestao%20banner1.jpg

Queridos sentinelas do Ministério Jovem, teremos as semanas missionárias em nossa Diocese no final desse mês de fevereiro.

Iniciaremos no dia 22/02/2013 (sexta) a noite com uma formação sobre missão.

Nos dias 23 e 24/02/2013 teremos a missão de visitação nas casas, com atividades ocorrendo na praça em frente a Igreja São Sebastião.

No dia 25/02/2013 (segunda) teremos a noite missionária ocorrendo no Grupo de Oração São Sebastião.

10 de dez. de 2012

Advento e evangelização


Igreja Católica do Brasil desenvolve a sua Campanha para a Evangelização

Fonte: ZENIT

Estamos no tempo litúrgico do Advento,que é um tempo de vigilância e de espera para atualizarmos em nossa história Aquele que veio, virá e vem: JesusCristo, o Senhor! Veio a primeira vez na fragilidade; virá uma segunda vez na glória, mas a cada dia podemos encontrá-Lo em cada irmão ou irmã. É o Mistérioda da Encarnação,que agora nos preparamos para celebrar!

É nesse tempo que a Igreja Católica do Brasil desenvolve a sua Campanha para a Evangelização como um tempo de despertar-nos e alimentar-nos com a consciência missionária e o compromisso evangelizador.

Iniciamos essa campanha no Domingo de Cristo Rei, e ela se estende até o 3º Domingo do Advento, domingo da Alegria (Gaudete), quando teremos a Coleta Nacional pela Evangelização.

O Advento ajuda-nos, assim, a aprofundar a nossa responsabilidade evangelizadora que é tão necessária na Igreja, sendo que cada um de nós é responsável pelo anúncio do Evangelho de Jesus Cristo aos irmãos e irmãs.

Talvez seja essa uma das maiores lacunas que temos em nossa caminhada eclesial: a consciência missionária e evangelizadora. Sermos permanentemente missionários e em todas as circunstâncias e ambientes.Não podemos colocar apenas na responsabilidade de alguns o trabalho das missões; somos nós, todos os batizados, os responsáveis e animadores para que em nossas comunidades e na sociedade a Palavra de Deus seja a luz no caminho de tantas pessoas que estão ao nosso redor.

É claro também que essa tarefa tem uma dimensão universal, como é o significado de nossa catolicidade, e não se resume apenas no trabalho local, mas é em nossas comunidades onde vivemos e onde iniciamos essa missão.

A Campanha para a Evangelização deste ano tem como tema: “Eu vi e dou testemunho: Ele é o Filho de Deus” (Jo 1, 34), que, como sabemos, está inspirado no contexto destes tempos de nova evangelização, Ano da Fé e caminhada para a Jornada Mundial da Juventude. Para nós esse tema e momento nos ajuda ao entusiasmo em nossa caminhada arquidiocesana inspirados em nosso plano de Pastoral de Conjunto e também nos textos da V Conferência do Episcopado LatinoAmericano e Caribenho, realizada em Aparecida, no Estado de São Paulo, de 1º a 31 de maio de 2007 quando esteve entre nós o Papa Bento XVI. Agora que nos preparamos novamente para acolhe-lo na Jornada Mundial da Juventude, esse tema nos une ao lema da JMJ Rio 2013: “Ide e fazei discípulos entre as nações” (Mt 28,29). Somos Discípulos Missionários e com isso entendemos que,cada um de nós, ao fazer uma verdadeira experiência do seguimento de Cristo em sua vida é, ao mesmo tempo, com certeza, um animado apóstolo! “Quem encontrou Jesus Cristo e se deixou cativar por Ele não pode deixar de comunicar isso também aos outros”!

O anúncio do Advento é que estamos nos preparando para o grande presente que Deus enviou ao mundo: Seu filho Jesus!

Ao acolher esse grande dom não podemos ficar sem uma resposta generosa. Aquele que veio na plenitude dos tempos e virá no final dos tempos é o mesmo que vem para habitar em nossas vidas e na sociedade.

A Campanha para a  Evangelização dá-nos essa possibilidade: a nossa resposta aos presentes que recebemos de Deus. E uma maneira de vivermos intensamente a missão evangelizadora será a partilha que faremos no próximofinal de semana – 3ºdomingo do Advento –com a Coleta para a Evangelização.

A Coleta para a Evangelização é realizada em todas as comunidades, capelas, igrejas, locais de culto,celebrações da Igreja Católica no Brasil, e destina-se a ajudar na missão evangelizadora da Igreja.

Todos nós sustentamos a missão eclesial, seja com a nossa participação missionária, seja com a nossa ajuda financeira.

Todas as coletas do próximo final de semana são destinadas a isso. Esses recursos serão repartidos para os Regionais da CNBB, para a CNBB Nacional e para as Dioceses. Em nossa Arquidiocese, a parte que fica para nós é entregue à Coordenação de Pastoral para o sustentamento dos trabalhos de implantação do Plano de Pastoral e outras situações de necessidade.

A nossa Igreja ainda depende muito da ajuda de outros irmãos e irmãs e há vários países que nos ajudam nas construções de Igrejas, nos trabalhos sociais, na aquisição de veículos e também na organização pastoral. Sentimos a necessidade de dar um passo no país, quando bastaria o mínimo de ajuda de cada católico na coleta para a evangelização e teríamos o necessário para a missão da Igreja durante um ano. Precisamos cada vez mais fazer a experiência da partilha entre nós e em nossas comunidades.

Todos podem acessar os textos, cartazes, spots e demais materiais da Campanha da Evangelização deste ano pelo site da CNBB.

Eis um grande desafio para todos nós: a nossa autossustentação e a partilha com outras comunidades que necessitam melhorar ainda mais a missão evangelizadora. “Com nossa doação generosa ajudaremos nossa Igreja Católica a evangelizar mais e melhor”.

† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

MCS - GO SDS - 12/2012

22 de out. de 2012

Testemunho de Elba Ramalho

No dia 24 de julho, a cantora Elba Ramalho compartilhou com exclusividade à ACI Digital detalhes da sua vivência da fé católica, de conversão e falou de sua luta contra o aborto junto ao movimento pró-vida do Brasil. Na ocasião a cantora também ofereceu um imperdível testemunho contra a aprovação desta prática anti-vida no país. Nesta ocasião adiantamos apenas um trecho da entrevista da cantora, no qual ela destaca a impossibilidade de ser verdadeiramente católicos sem ser praticantes.A entrevista está no canal Youtube de ACI Digital em: http://www.youtube.com/watch?v=S3vFqZiip54&feature=player_embedded

Na entrevista conduzida por Natalia Zimbrão, Elba Ramalho começa seu testemunho partilhando um pouco de como conheceu a fé e como foi seu envolvimento com o Movimento Pró-vida.

Elba, uma das maiores cantoras da MPB, recordou suas origens nordestinas, e como desde pequena, no sertão do estado da Paraíba, cultivou junto à fé católica uma especial devoção à Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora da Conceição, que dá o nome à sua cidade natal.

“Eu conheci a palavra Deus: esperar, confiar, acreditar, desde a infância. Naquele lugar árido, seco, de natureza cruel, mas de uma beleza também muito grande. Minha cidade se chama Conceição, a minha padroeira se chamava Nossa Senhora da Conceição, e Ela era nosso farol e nosso guia. Eu cresci seguindo a procissão de Nossa Senhora da Conceição, eu cresci coroando a santa, virava anjinho e coroava a santa naquelas festas de dezembro, de 8 de dezembro”.

Elba partilhou também que durante sua juventude, no Rio de Janeiro, deixou de praticar a fé, chegou a praticar o aborto, mas que através do encontro com Nossa Senhora voltou à Igreja católica.

“Passei por experiências difíceis e delicadas com drogas, com loucura, com abortos, com repúdio...exaltando sempre a minha liberdade e meus direitos. Até que reencontrei Nossa Senhora de uma forma mística, bonita, profunda (que é algo longo, que dá para contar aqui), mas de uma força tão intensa.. E através dela, de suas mãos maternais, do seu útero materno, através de toda a história do seu “Sim”, do seu “Fiat” (faça-se em Latim), que representou a salvação do mundo em um processo onde se encerra todo o mistério da nossa religião, que é a Trindade Santa, eu voltei para a Igreja Católica”, disse Elba Ramalho à ACI Digital.

“Eu nunca deixei de ser cristã, eu apenas voltei a exercitar a minha cristandade”, afirmou a cantora.
“Então eu posso dizer que quando eu vejo uma pessoa dizer “sou católico, mas não praticante”, eu digo: “Eu não conheço esta religião...”.

“Hoje eu sou uma católica, eu posso dizer, com essa consciência: Tenho horror ao pecado embora seja uma grande pecadora, mas também tenho confiança maior na Misericórdia. Porque foi pela misericórdia de Jesus, pelo amor de Nossa Senhora que eu fui resgatada do peso de ter feito o aborto, e me perdoei e também fui perdoada, porque Ele próprio disse “Apague” e eu já apaguei e agora vá trabalhar e defender vidas...”

Falando da sua experiência de encontro com a Misericórdia Divina, a artista, que também é fundadora da associação beneficente “Bate Coração”, que ajuda a crianças carentes no Rio de Janeiro, disse que esta experiência de encontro com a misericórdia de Deus foi a razão para que ela começasse a lutar contra o aborto: “Por isso eu me juntei ao Movimento Pró-vida, e aqui estou, defendendo vidas da forma que está ao meu alcance”.

Na íntegra da entrevista, que será publicada na tarde de amanhã, 30, a cantora e atriz brasileira conta mais sobre seu trabalho junto ao movimento pró-vida e oferece um imperdível posicionamento no seu testemunho de defesa da vida e contra a legalização do aborto no país.

MCS - GO SDS - 10/2012

16 de out. de 2012

Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Missões 2012



Mensagem
Chamados a fazer resplandecer a Palavra de verdade (Lett. ap. Porta fidei, 6)
Mensagem do Papa Bento XVI para o Dia Mundial das Missões
Quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Queridos irmãos e irmãs!

A celebração do Dia Mundial das Missões deste ano está carrega de um significado todo especial. A recordação do 50º aniversário do Decreto conciliar Ad gentes, a abertura do Ano da Fé e o Sínodo dos Bispos sobre o tema da nova evangelização contribuem para reafirmar a vontade da Igreja de empenhar-se com maior coragem e ardor na missio ad gentes para que o Evangelho chegue até os extremos confins da terra.

O Concílio Ecumênico Vaticano II, com a participação dos Bispos católicos provenientes de cada canto da terra, foi um empenho luminoso para a universalidade da Igreja, acolhendo, pela primeira vez, um alto número de Padres Conciliadores provenientes da Ásia, África, América Latina e da Oceania. Bispos missionários e bispos nativos, Pastores de comunidades espalhadas entre as populações não cristãs, que buscavam, no Assizes, conciliar a imagem da Igreja presente em todos os continentes, e que eram os intérpretes das realidades complexas do então chamado “Terceiro Mundo”. Ricos em experiências derivadas por serem Pastores de Igrejas jovens e em caminho de formação, animados pela missão pela difusão do Reino de Deus, esses contribuíram de maneira relevante na reafirmação da necessidade e urgência da evangelização ad gentes, e, assim, levar, ao centro da eclesiologia, a natureza missionária da Igreja.
Eclesiologia missionária
Hoje, essa visão não falhou, de fato, experimentou uma reflexão proveitosa teológica e pastoral e, ao mesmo tempo, retorna com renovada urgência, pois ampliou o número daqueles que ainda não conhecem Cristo: “Os homens que esperam Cristo ainda são numerosos”, afirmava o beato João Paulo II, na Encíclica Redemptoris missio sobre a permanente validade do mandamento missionário, e acrescentava: “Não podemos ficar tranquilos, pensando nos milhões de nossos irmãos e irmãs, também redimidos pelo sangue de Cristo, que vivem sem conhecer o amor de Deus” (n. 86).

Eu também, ao instituir o Ano da Fé, escrivi que “hoje, então, envia-nos nas ruas do mundo para proclamar o Seu Evangelho a todos os povos da terra” (Carta. ap. Porta fidei, 7); proclamação que, como dizia também o Servo de Deus Paulo VI, na Exportação apostólica Evangelii nuntiandi, “não é para a Igreja uma contribuição facultativa: é dever a ela incumbida pelo Senhor Jesus, a fim que os homens possam crer e serem salvos. Sim, esta mensagem é necessária, é única, é insubstituível” (n. 5).

Precisamos, portanto voltar ao mesmo zelo apostólico das primeiras comunidades cristãs, que mesmo pequenas e indefesas, foram capazes, com o anúncio e testemunho, de difundir o Evangelho em todo mundo até então conhecido.
Não é de se maravilhar que o Concílio Vaticano II e o sucessivo Magistério da Igreja insistam, de modo especial, sobre o mandamento missionário que Cristo confiou a seus discípulos e que deve ser empenho de todo Povo de Deus, Bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e leigos.
O cuidado de anunciar o Evangelho em cada parte da terra pertence primeiramente aos Bispos, diretamente responsáveis pela evangelização no mundo, seja como membros do colégio episcopal, seja como Pastores das Igrejas particulares. Esses, de fato “foram consagrados não somente para uma diocese, mas para a salvação de todo mundo” (João Paulo II, Carta enc. Redemptoris missio, 63), “mensageiros da fé que levam novos discípulos a Cristo” (Ad gentes, 20) e tornam “visível o espírito e o ardor missionário do povo de Deus, de modo que toda a diocese se torne missionária” (ibid., 38).

A prioridade da evangelização
O mandamento de pregar o Evangelho não se limita, portanto, a um Pastor, em atenção à porção do povo de Deus confiado aos seus cuidados pastorais, ou em enviar um sacerdote, leigo ou leiga Fidei Donum [enviados em missão temporariamente pelas dioceses]. Esse deve envolver toda a atividade da Igreja particular, todos os seus setores, em suma, todo o seu ser e sua obra.
O Concílio Vaticano II indicou com clareza e o Magistério sucessivamente defendeu fortemente. Isso exige adequar constantemente aos estilos de vida, planejamentos pastorais e organizações diocesanas para esta dimensão fundamental do ‘ser Igreja’, especialmente no nosso mundo que passa por mudanças contínuas.
E isso vale também aos Institutos de Vida Consagrada e às Sociedades de Vida Apostólica, bem como aos Movimentos eclesiais: todos os componentes do grande mosaico da Igreja devem sentir-se fortemente questionados pelo mandamento do Senhor de pregar o Evangelho, a fim que Cristo seja anunciado a todos.

Nós Pastores, os religiosos, as religiosas e todos os fiéis em Cristo, devemos nos colocar sobre as pegadas do apóstolo Paulo, “prisioneiro de Cristo pelos pagãos” (Ef 3,1), que trabalhou, sofreu, lutou para disseminar o Evangelho em meio aos pagãos (cfr Ef 1,24-29), sem poupar energia, tempo e meios para fazer ser conhecida a Mensagem de Cristo.
Também hoje a missão ad gentes deve ser horizonte constante e o paradigma de cada atividade eclesial, porque a identidade da Igreja é constituída pela fé no Mistério de Deus, que se revela em Cristo para levar-nos a salvação, e da missão de testemunhá-Lo e anunciá-Lo ao mundo, até a Sua volta.
Como São Paulo, devemos ser atentos aos afastados, aqueles que não conhecem ainda Cristo e não experimentaram a paternidade de Deus, na consciência que “a cooperação missionária se deve estender hoje a formas novas incluindo não somente a ajuda econômica, mas também a participação direta na evangelização” (João Paulo II, Carta. enc. Redemptoris missio, 82). A celebração do Ano da fé e do Sínodo dos Bispos sobre a nova evangelização serão ocasiões propícias para um aumento da cooperação missionária, sobretudo nesta segunda dimensão.
Fé e anúncio
A ânsia de anunciar Cristo nos impulsiona também a ler a história para detectar os problemas, as aspirações e as esperanças da humanidade, que Cristo deve sanar, purificar e preencher com sua presença. A Sua Mensagem, de fato, é sempre atual, está próprio no centro da história e é capaz de dar resposta as inquietações mais profundas de cada homem.

Por isso, a Igreja, em todos seus elementos, deve estar consciente que “os imensos horizontes da missão eclesial, a complexada da situação presente pede hoje modalidade renovadas para poder comunicar eficazmente a Palavra de Deus (Bento XVI, Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 97). Isto exige, antes de tudo, uma renovada adesão de fé pessoal e comunitária ao Evangelho de Jesus Cristo, “num momento de profunda mudança como aquele que a humanidade está vivendo” (Carta. ap. Porta fidei, 8).
Um dos obstáculos para o impulso da evangelização, de fato, é a crise da fé, não somente do mundo ocidental, mas de grande parte da humanidade, que simplesmente tem fome e sede de Deus e deve ser convidada e conduzida ao Pão de Vida e Água Viva, como a Samaritana que vai ao poço de Jericó e dialoga com Cristo.

Como conta o Evangelista João, a história dessa mulher é particularmente significativa (cfr Jo 4,1-30): ela encontra Jesus, que lhe pede de beber, mas depois lhe fala de uma água nova, capaz de acabar com a sede para sempre. A mulher, no início, não compreende, permanece no plano material, mas lentamente é conduzida pelo Senhor a cumprir um caminho de fé que a leva a reconhecê-Lo como o Messias.

E sobre este propósito, Santo Agostinho afirma: “depois de ter acolhido no coração Cristo Senhor, que outra coisa poderia fazer [esta mulher] se não abandonar o jarro e correr para anunciar a boa nova?” (Homilia 15, 30).

O encontro com Cristo como Pessoa viva que preenche a sede do coração não pode se não levar ao desejo de compartilhar com os outros a alegria desta presença e fazê-Lo ser conhecido para que todos possam experimentar. Ocorre renovar o entusiasmo de comunicar a fé para promover uma nova evangelização das comunidades e dos países de antiga tradição cristã, que estão perdendo a referência de Deus, de modo a redescobrir a alegria de crer.

A preocupação de evangelizar não deve jamais permanecer às margens da atividade eclesial e da vida pessoal do cristão, mas caracterizá-la fortemente, na consciência de serem destinatários e, ao mesmo tempo, missionários do Evangelho. O ponto central do anúncio permanece sempre o mesmo: o Kerigma do Cristo morto e ressuscitado para a salvação do mundo, o Kerigma do amor de Deus absoluto e total por cada homem e cada mulher, culmina no envio do Filho eterno e unigênito, o Senhor Jesus, que não hesitou em assumir a pobreza de nossa natureza humana, amando-a e resgatando-a, por meio da oferta de si sobre a cruz, do pecado, e da morte.
A fé em Deus, neste plano de amor realizado em Cristo, é, antes de tudo, um dom e um mistério a ser acolhido, no coração e na vida, e que se deve sempre agradecer ao Senhor. Mas a fé é um dom que nos é dado para que seja dividido; é um talento recebido para poder dar frutos; é uma luz que não deve ser escondida, mas deve iluminar toda a casa; é o dom mais importante que nos foi dado para nossa existência e não podemos detê-lo para nós mesmos.

O anúncio se faz caridade

“Ai de mim se não anunciar o Evangelho!”, dizia o apóstolo Paulo (1 Cor 9,16). Estas palavras ressoam com força para cada cristão e para cada comunidade cristã em todos os continentes. Também para as Igrejas nos territórios das missões, Igrejas em sua maioria jovens, normalmente de fundação recente, a missionaridade se torna uma dimensão congênita, também se esses próprios precisam ainda dos missionários.

Tantos sacerdotes, religiosos, religiosas, de cada parte do mundo, muitos leigos e até mesmo famílias inteiras, deixam os próprios países, as próprias comunidades locais e vão para outras igrejas para testemunhar e proclamar o Nome de Cristo, no qual a humanidade encontra a salvação. Trata-se de uma expressão de profunda comunhão, partilha e caridade entre as Igrejas, para que cada homem possa escutar e escutar novamente o anúncio que cura e aproxima-os dos Sacramentos, fonte de verdadeira vida.
Junto a este alto sinal de fé que se transforma em caridade, recordo e agradeço as Pontifícias Obras Missionárias, instrumentos para a cooperação às missões universais da Igreja no mundo. Através da ação delas, o anúncio do Evangelho se faz também intervenção na ajuda ao próximo, justiça aos mais pobres, oportunidade de educação nas aldeias mais remotas, assistência médica nos lugares mais afastados, emancipação da miséria, reabilitação de quem está marginalizado, sustento ao desenvolvimento dos povos, superando das divisões étnicas e respeitando a vida em cada fase.
Queridos irmãos e irmãs, invoco sobre a obra de evangelização ad gentes, e em particular sobre os operadores, a efusão do Espírito Santo, para que a Graça de Deus a faça caminhar mais decisivamente sobre a história do mundo. Com o beato John Henry Newman gostaria de rezar: “Acompanha, oh Senhor, os Teus missionário nas terras da evangelização, coloca as palavras certas em seus lábios, renda frutuosa sua fadiga”. Que a Virgem Maria, Mãe da Igreja e Estrela da evangelização, acompanhe todos os missionários do Evangelho.

Vaticano, 6 de janeiro de 2012, Solenidade da Epifania do Senhor


 
MCS - GO SDS - 10/2012

24 de set. de 2012

JMJRio2013: Bote Fé RS

Para saber todas as informações do BOTE FÉ RS e muito mais sobre a Peregrinação da Cruz e do Ícone de Maria pelo estado acesse:


MCS - GO SDS - 08/2012

26 de jul. de 2012

Meus crismandos são todos ateus

Fonte: O catequista

No mundo de hoje, fico pasma ao notar a alienação dos catequistas de jovens e adultos que montam o programa do curso e o plano de aula imaginando que os alunos são todos católicos piedosos, que estão ali somente para aprofundar mais os seus conhecimentos sobre a doutrina.

turma_crisma_ateus_doctor_houseAbra o olho, amigo catequista, acorda pra real! Sabe aquelas duas meninas que sentam na última fileira? Elas são sapatas, e estão namorando há dois meses. Lembra do carinha de óculos que nunca falta uma aula? Ele é do tipo que pensa “Jesus sim; Igreja e religiões não”. E aquela menina simpática que tem um piercing na língua? Ela é católica desde criancinha e vai à missa todos os domingos; mas, depois que leu “O Código Da Vinci”, acredita piamente que Jesus teve um enrosco com a Maria Madalena.

Este é o perfil do católico médio: participa de alguns ritos da Igreja e tem respeito por Jesus, por Nossa Senhora e pelos santos; porém, na vida cotidiana, pensa e age como os pagãos. É devoto, mas titubeia diante da primeira notícia de que um arqueólogo qualquer achou um túmulo que “pode ser o de Jesus”. Na Missa, derrama lágrimas de comoção, mas na escola, no trabalho, nas festas e nos relacionamentos afetivos, não se diferencia em nada daqueles que não creem. Na prática, é um ateu que reza diariamente o Pai-Nosso e a Ave-Maria.

Essa realidade foi constatada pelo Beato João Paulo II. Segundo ele, o contexto cultural em que vivemos – fortemente determinado pelo “ateísmo prático” – torna necessária, antes de tudo, a apresentação de “motivos de ordem racional que levam ao reconhecimento de Deus”:
“O Concílio reconheceu que, na génese do ateísmo, puderam contribuir os crentes que nem sempre manifestaram de maneira adequada o rosto de Deus (cf. GS, 19; C.I.C., 2125).
“Nesta perspectiva, está precisamente no testemunho do verdadeiro rosto de Deus Pai a resposta mais convincente ao ateísmo. Obviamente, isto não exclui mas exige também a correcta apresentação dos motivos de ordem racional que levam ao reconhecimento de Deus. Infelizmente, essas razões são muitas vezes ofuscadas pelos condicionamentos devidos ao pecado e por múltiplas circunstâncias culturais.”
João Paulo II

Há crismandos maduros da fé, é claro, mas são a minoria. A maior parte deles precisa de ajuda para entender os conceitos mais básicos da espiritualidade. Por isso, nas primeiras aulas, sempre parto do princípio de que meus crismandos são todos ateus, o que me obriga a tratar o tema do relacionamento do homem com Deus de forma muito cuidadosa e logicamente estruturada.

Porém, o que muitos catequistas costumam fazer? Em vez de começarem a construir a casa pelos alicerces, tentam iniciar a obra pelo telhado. Assim, logo nas primeiras aulas, começam a tagarelar sobre temas morais e doutrinais, Bíblia, dogmas, História da Salvação etc. Enquanto isso, as questões fundamentais que deveriam ser muito bem trabalhadas antes – a sede de Deus, a busca pelo sentido da vida, os sinais de Deus na realidade – permanecem ignoradas, ou são tratadas de modo muito breve e superficial.

Então, vamos parar de pregar para os católicos do mundo da fantasia. Precisamos orar e nos preparar para servir ao Senhor por meio de uma catequese inteligente, mais adequada para dialogar com os jovens e adultos de uma sociedade secularizada.

Aproveitamos este post pra fazer um justo jabá. Para quem deseja obter um material que ajude a planejar as primeiras aulas da catequese para jovens e adultos, recomendo demais o livro “O homem, Deus e a religião”, de Carlos Eduardo Campos dos Anjos, o Cadu do blog Dominus Vobiscum.

livro_cadu
Super gostoso de ler, o livro oferece um roteiro muito bom para os catequistas e para qualquer pessoa que tenha o desejo de evangelizar, com argumentos simples e sólidos sobre a relação entre o homem e Deus, e o papel da religião neste relacionamento.

Além de muito bom, o livro é baratin, baratin! Para comprar, clique na imagem abaixo.
Há outro livro espetacular sobre estas questões fundamentais, mas a leitura é um tanto mais áspera: O Senso Religioso, do Padre Luigi Giussani. Genial!

MCS - GO SDS - 07/2012

25 de jul. de 2012

Um menino, cinco pães e dois peixes

Arcebispo Metropolitano de Belém

A Igreja reza pedindo que Deus redobre – “multiplique” – seu amor para conosco, para que, conduzidos por Ele, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam. A administração dos bens sempre foi um desafio para a humanidade, tanto que os sistemas econômicos, a partir de visões diferentes, se alternam ou se complementam, numa busca incansável das respostas adequadas às necessidades humanas. No Evangelho, Jesus se ocupa, em seus ensinamentos, parábolas ou milagres, do tema dos bens a serem cuidados pela humanidade.

O fato da multiplicação de pães e peixes, milagre realizado por Jesus e narrado pelos quatro evangelistas, é carregado de ensinamentos, fonte inesgotável para a vida cristã em todos os tempos. São João no-lo descreve com grande riqueza de detalhes (Jo 6,1-15), reportando no mesmo capítulo em que o descreve como um dos “sinais”, o discurso a respeito do Pão da Vida, no qual o Senhor confronta seus próprios discípulos com a escolha decisiva que também orientará a vida de todos os homens e mulheres que viessem a acolher a Boa Notícia do Evangelho, no correr dos séculos. De forma muito clara, abre ainda as mentes e os corações para o milagre cotidiano, com o qual o Senhor se faz presente na Eucaristia.

Dentre tantas riquezas da Multiplicação de Pães, podemos voltar os olhos para aquele menino que ofereceu a “contrapartida” para que o Senhor realizasse o milagre. As crianças nem eram contadas, tanto que o número de cinco mil homens pode ser multiplicado, pelas mulheres e crianças certamente presentes ao episódio da multiplicação. Jesus acolhe quem nem mesmo vale para a sociedade de seu tempo, recolhe o pouco que pode ser oferecido e multiplica. O cristianismo aprendeu desde cedo com o seu Senhor e Mestre a verdade da partilha, ponto de partida para a intervenção da graça, que efetivamente multiplica o que se pode oferecer, do menor ao maior, para chegar a todos, que podem entrar cada dia numa igreja, ter os olhos voltados para o altar e ali aprenderem a lição perene da multiplicação.

Muitas vezes cantamos “sabes, Senhor, o que temos é tão pouco para dar, mas este pouco nós queremos com os irmãos compartilhar”. As desculpas são muitas, pois um não possui nem mesmo moedas, outro não tem ideias, aquele não tem coragem e a muitos falta a criatividade ou a iniciativa. O apelo suscitado pelo Evangelho é a uma mudança que se pode chamar “cultural”. A cultura cristã tem a marca do “dar” e do “receber”, capacidade de oferecer o que se tem de melhor, mesmo que sejam os pães e os peixes do menino, as duas moedas da viúva pobre, o óleo perfumado da mulher pecadora ou a vida daqueles doze homens chamados por Jesus para começar tudo. Lições de Economia, Administração, Matemática! Voltemos à velha “tabuada”.

Tabuada de um! Para Deus vale o que você tem. Uma é a vida a ser oferecida. A chance que lhe é oferecida é irrepetível. Você pode gastá-la para ser feliz, olhando para Deus, que só sabe amar e oferecer-se neste amor infinito. Houve um homem, bem conhecido meu, aliás, meu pai, discreto e silencioso, tímido, mas do qual soubemos, após sua morte, ter dado bolsas de estudo a muitas pessoas pobres. O que fez com a mão direita, nem a esquerda soube, mas Deus fez aparecerem os testemunhos, quando já tinha sido chamado para junto dele.

Tabuada de dois! Olhe ao seu redor, pois é sempre possível compartilhar e ao mesmo tempo receber muito dos outros. Pertinho de você existem pessoas amigas, há ouvidos abertos para escutar e ao mesmo tempo gente que espera uma palavra que pode ser a sua. Comece no diálogo com a pessoa que se assenta ao seu lado num transporte coletivo, ou quem está perto numa das muitas filas a serem enfrentadas. Ofereça escuta, gestos, atenção, bens materiais. Saiba receber com humildade e simplicidade. E vale a pena lembrar que bastam dois reunidos em nome de Jesus, que se amem mutuamente, para que Ele esteja presente.

Tabuada de cinco! Os dons de Deus são irrevogáveis e infinitamente desproporcionais às nossas capacidades e eventualmente pequenas ofertas. Basta verificar a quantidade de obras sociais nascidas do Evangelho no coração da Igreja, para ver o quanto os meios pobres, mas bem administrados, são orvalhados pela graça. Quantos são os filhos sem nome ou sem genitores conhecidos que foram acolhidos. E a presença no campo da educação! Escute o que têm a dizer as muitas iniciativas de caridade. Conheça o que faz a Cáritas Arquidiocesana de Belém, abra seus olhos para ver que nossa pobreza se faz riqueza, para que o que tem muito não tenha sobra e o que tem pouco não tenha falta. Onde houver um cristão de verdade, esteja presente o milagre da multiplicação! Um, dois, cinco, mil. Uma contabilidade nova! As contas de Deus serão sempre maiores, porque são do tamanho da eternidade.

MCS - GO SDS - 07/2012

9 de jul. de 2012

Ser cristão, a primeira vocação do músico



"A música tem poder. Ela pode envenenar ou salvar."

 
Em primeiro lugar, sua vocação é ser cristão, ou seja, um outro Cristo. Ser cristão é ser continuador de Cristo. Antes de qualquer coisa, o músico é cristão, por isso precisa ter, no coração, a ânsia de salvar almas. Dom Bosco tinha um lema: “Dai-me almas e ficai com os resto. Fica com o resto; o resto não me interessa. O resto é resto. Dai-me almas! Eu quero as almas”.

Não posso ser diferente pelo fato de ser filho de Dom Bosco, mas porque, como ele, sou cristão. Se você é cristão, nós temos a mesma vocação. Somos outro Jesus. Como continuador de Cristo, só posso viver assim: "Dai-me as almas, o resto não me interessa, o resto é resto”.

Ministério de música é fundamental, é tropa que vai à frente. Ele não vai se exibindo nem tocando bonito apenas para fazer aparato. Não é como nos desfiles, para ser aplaudido! A melhor “fanfarra” ganha prêmio. A melhor “baliza” ganha troféu. Não confunda isso com escola de samba. Ministério de música não é desfile; é tropa de combate.

É um exército em batalha! Você músico, está na linha de frente para se defrontar com o inimigo. Se você traz instrumentos nas mãos, eles são para a guerra. Se traz vestes especiais, elas são para a guerra. Em cada atividade que você participa na paróquia, tocando nas Missas, nas reuniões, nos grupos de oração, nos louvores, nos shows de evangelização, nos grandes cenáculos, onde quer que seja, o objetivo é atingir as ovelhas.

Do livro:
Músicos em ordem de batalha
O objetivo é tomar as ovelhas das garras do lobo, arriscando a própria vida. Você pode até dizer que só está cantando, mas é preciso ter um coração de evangelizador! Você está cantando por causa da evangelização, por essa razão têm de cantar com o poder de atingir almas e converter corações.

A música tem poder. Ela pode envenenar ou salvar. A música nunca é neutra, pois tem uma flecha com algo na ponta. É como os índios faziam: as flechas levavam remédio ou veneno. Não existe música inócua. Você precisa ser a boca de Deus para atingir com vida e salvação.

MCS - GO SDS - 07/2012

17 de jun. de 2012

Site das Santas Missões Populares

Bom dia Sentinelas!!

Santas Missões PopularesAcesse o blog das Santas Missões Populares e fique pode dentro de tudo que está acontecendo nas Semanas Missionárias, e muito mais!

http://www.santasmissoespopulares.com.br/

Que tenhas uma semana santa!

MCS - GO SDS - 06/2012

Você pode gostar também:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...