Oportunizar
para que as crianças tenham uma experiência com Deus e se sintam amadas por Ele, através
do ensino da fé católica. Esse é o objetivo do ministério para crianças na qual
Andreia Salvadori atua como serva, na Renovação Carismática Católica (RCC). “A
nossa missão é gerar uma consciência na comunidade, priorizando o respeito pela
infância, para formar, cuidar e desenvolver desde cedo um relacionamento com
Deus”, explicou.
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30 de mar. de 2015
8 de fev. de 2014
Dedique mais horas a sua família e aos que ama
FILHO: "Pai, posso fazer uma pergunta?"
PAI: "Sim, claro, o que é?"
FILHO: "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
PAI: "Isso não é da sua conta, por que você pergunta uma coisa dessas?"
FILHO: ". Eu só quero saber - Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
PAI: "Se você quer saber, eu ganho R$100 por hora."
FILHO: "Oh (com a cabeça para baixo)!
FILHO: "Pai, posso pedir por favor R$ 50?"
8 de ago. de 2013
Por que o mal é tão barulhento?
Diante de tanta violência que vem acontecendo no mundo, precisamos estar cada vez mais firmes em Deus e em Sua Palavra. A notícia que correu, principalmente o nosso país nesta semana foi do menino de 13 anos que matou sua família e após o crime se suicidou. Agora pensem, o que levou uma criança a cometer tal violência!?
15 de jan. de 2013
Franceses fazem biquinho, mas falam grosso!
Protesta, Povo Católico!!!!
Fonte: O Catequista
Pra começar do começo… a legalização da união civil homossexual é uma promessa de campanha do atual presidente da França, François Hollande. Na época da eleição essa idéia era extremamente popular e foi um dos trunfos para que ele vencesse as eleições. Normal para um país que se afasta cada vez mais da sua identidade Católica – já foi até sede da Igreja! (já fizemos um post sobre isso…clique aqui)
Mas o mundo dá voltas… e os que eram contrários a idéia conseguiram se mobilizar e viraram o jogo. Hoje o apoio ao casamento gay está em franco declínio e piora quando entra em jogo a adoção de crianças por casais desse tipo (direito que certamente teria que ser concedido, caso a legalização fosse à frente). Já falamos também porque somos contrários ao reconhecimento da união civil gay. Não é pra prejudicar ninguém, mas apenas para impedir as terríveis consequências disso para a sociedade (clique aqui para entender).
Esse tipo de tentativa anti-democrática de impor o casamento gay não é nova. Você já leu sobre isso aqui em O Catequista (clique para ler)! Um certo deputado revelado para o mundo em um reality show tem a mesma opinião do francês Hollande: se consultar o povo não dá certo. Isso é democracia?
Precisamos aprender com os franceses e dar nossa opinião abertamente. Por aqui, a palavra homofobia não é usada pra quem agride ou segrega homossexuais. É usada como “cale a boca” pra quem tem outra opinião que não é a deles. E o problema é que aceitamos.
Pois o povo francês não aceitou e deu mais um passo firme para virar de vez o jogo e impor sua vontade, como manda a verdadeira democracia. Que sirva de exemplo para nós…
MCS - GO SDS - 01/2013
17 de dez. de 2012
Bento XVI: O esporte pode educar para a competição espiritual
"O esporte é capaz de revelar o homem a si mesmo e aproximá-lo para compreender o valor profundo da sua vida", ressalta Bento XVI
Fonte: Canção Nova
O Papa Bento XVI recebeu nesta segunda-feira, 17, no Vaticano, a Delegação do Comitê Olímpico Nacional Italiano. Durante a audiência, o Pontífice destacou que o esporte pode educar as pessoas para a “competição” espiritual, de modo que os católicos vivam na procura de vencer o mal pelo bem, a mentira com a verdade e o ódio pelo amor.
No início do seu discurso, o Papa lembrou a participação da Itália nos Jogos Olímpicos de Londres, realizados nos meses de julho e agosto deste ano e disse que as Olimpíadas foram uma ocasião para exercitar o respeito, a lealdade, a solidariedade, assim como, a alegria e a festa.
De acordo com o Santo Padre, o esporte é um bem educativo e que, na perspectiva do Concílio Vaticano II, deve contribuir para aguçar o espírito do homem, permitindo às pessoas enriquecerem-se com o recíproco conhecimento e favorecendo as fraternas relações, como expressa a Constituição Apostólica Gaudeum et Spes.
A Igreja se interessa pelo esporte, disse o Papa, e considera que ele faz parte da essência do coração humano, encontrando-se com a educação, a formação humana e também com a espiritualidade.
“O atleta que vive integralmente a própria experiência faz-se atento ao projeto de Deus sobre sua vida, aprende a escutar a voz nos longos tempos de treinamento, a reconhecê-lo na face do companheiro, e também do adversário”, explicou o Pontífice.
Aos dirigentes e técnicos esportivos, o Santo Padre lembrou que são “chamados a serem testemunhas de boa humanidade, cooperadores com as famílias e as instituições formadoras da educação dos jovens, mestres de uma prática esportiva que seja sempre leal e límpida.”
Bento XVI também refletiu sobre o Ano da Fé com os atletas. Segundo ele, o mundo do esporte pode ser considerado um moderno “Pátio dos Gentios”, ou seja, uma oportunidade de encontro, aberta a todos, crentes e não crentes, para entender pessoas de diferentes culturas, línguas e orientações religiosas.
O Pontífice encerrou o discurso, oferecendo como modelo de vida aos atletas, a figura do jovem Beato, Pier Giorgio Frassati, que em sua vida, usufruiu das atividades esportivas também como meio de relacionar-se com Deus.
MCS - GO SDS - 12/2012
16 de nov. de 2012
Amor exige responsabilidade
Banalizaram o amor! Aliás, o que hoje em dia, não foi banalizado?
Não olhamos mais algumas palavras com a devida profundidade, que elas por si mesmas, nos dizem. A troco de nada, frequentemente, ouvimos de qualquer um, a exclamação: “te amo”! Esboçamos um sorriso amarelado, e fica por isso mesmo. Meu Deus! Não nos causa nenhum impacto! Não muda o nosso dia! Nem dormimos pensando naquela pronuncia! Por que será? Você tem a resposta?
Vamos analisar juntos esta situação, ajude-me.
Deixamo-nos acostumar com a superficialidade dos tempos modernos. Outrora até chegar na palavra amor era necessário passar por várias etapas. Hoje, perdeu-se todo o mistério que a palavra amor possui; até mesmo para iniciar um namoro, não existe mais as etapas de conhecimento, todo aquele mistério a ser desvelado pelo casal. Aos poucos, desvenda-se o clima gostoso de conquista, até chegar ao cume, o namoro. O primeiro beijo nascia depois que ambos conheciam-se bem. Deixamos a velocidade da tecnologia invadir nossos relacionamentos, os banalizando. Mas não pense que a palavra amor perdeu seu sentido profundo, o problema está em nossos sentidos, que amorteceram-se à beleza e não captam mais a riqueza da expressão.
Você pode dizer-me: “ah, apenas substituíram o verbo amar, pelo gostar no sentido do primeiro verbo!” E eu te pergunto: e o sentido do verbo amar onde ficou?
Quando eu quero perceber o sentido completo de alguma palavra, sua profundidade, procuro associá-la a alguma coisa concreto, ou seja, a uma situação que a defina bem. Por exemplo, quando penso na palavra amor, na minha mente visualizo a Cruz de Cristo, expressão maior do amor de Deus pela humanidade. Isto me faz refletir e pensar duas vezes antes de dizer que amo alguém.
“O amor exige responsabilidade, requer doar-se ao outro, semelhante a Jesus que o fez na Cruz”
Preciso mortificar algumas atitudes, ou vontades para alcançar meu irmão através do amor. Seria inútil dizer que amo uma pessoa, e em sua primeira fraqueza julgá-la, virar o rosto para ela, e nem mais a dirigir a palavra. Eu questiono, isso é amor? Deixo você responder…
Um gesto concreto que podemos fazer é emprestar nossa língua para Deus amar as pessoas, assim veremos a força que tem as palavras: em minha adolescência, uma colega que eu não tinha muita intimidade, através de um elogio marcou minha vida. Lembro-me que eu tinha esses complexos de adolescente, em relação a minha imagem: vergonha do rosto, acne, orelha, nariz, dentes. Complexos que se não forem bem trabalhados acarretam problemas para toda a vida.
Em uma situação qualquer, sem jeito e, com muita timidez eu sorri. Ouvi dos lábios daquela garota que meu sorriso era lindo (Que sorriso lindo você tem!). Meu rosto se iluminou, essas palavras marcaram-me; desde então meu sorriso passou a ser largo, livre e sem complexos! Ela nem sabe disto. Posso garantir que Deus me amou em suas palavras. Ela emprestou a boca para Deus.
As palavras verdadeiras tem poder de transformar, como foi no meu caso, ou de destruir, por isso, convido você a compreender a força existente na palavras. Nosso olhar precisa ser minucioso em relação às palavras. Quiça interiorizá-las e refleti-las fosse um bom caminho. Desejo que seu “eu te amo” seja carregado de toda propriedade, que a própria palavra possui. Sempre elogie, você pode mudar o sentido de uma existência; se responsabilize por quem você diz que ama.
Graça e Paz, xP.
MCS - GO SDS - 11/2012
27 de set. de 2012
Poligamia: por que não pode mais?
Fonte: O Catequista
Intrigante…no Antigo Testamento vários heróis bíblicos viviam com mais de uma mulher: Abraão, Jacó, Davi, Salomão… E aí, por que Deus permitia isso naquela época, e hoje não permite mais? O que mudou?
“Guarde-se também o rei de multiplicar suas mulheres, para que não suceda que seu coração e desvie (de Deus).”(Deuteronômio, 17,17)
O plano original de Deus para o casamento nunca incluiu a poligamia. Porém, quando o Senhor estabeleceu a Primeira Aliança com os hebreus, eles tinham uma consciência moral ainda muito precária, afinal, foram séculos de convivência com povos pagãos. Por isso, Deus decidiu fazê-los compreender certas coisas pouco a pouco: enquanto os pecados mais abomináveis foram combatidos com muito vigor – como o assassinato, o roubo, o incesto, a idolatria etc. –, a poligamia foi temporariamente tolerada, assim como o divórcio.
“Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés o permitiu: a princípio, porém, não era assim”. (Mateus 19,8)
Vamos comparar com o exemplo da catequese dos índios na época da colonização do Brasil: os nativos andavam nus, mas os jesuítas não chegavam, logo de cara, mandando a galera se vestir. Se assim fizessem, certamente não seriam compreendidos. Pedagogicamente, eles a princípio faziam vista grossa para a nudez do povo, priorizando o ensino das questões de fé mais urgentes e essenciais. Só depois é que orientavam sobre a importância do uso das roupas.
Para entendermos melhor, consideremos uma jovem viúva nos dias de hoje, com dois filhos pequenos para criar. É muito provável que ela consiga sustentar a sua família sozinha, com o seu trabalho. Entretanto, uma viúva na época no A.T. correria grande risco de passar fome, pois as mulheres não eram economicamente ativas. Além disso, não sendo mais virgem, teria muitas dificuldades para se proteger de abusos sexuais (isso explica a insistência dos profetas sobre a obrigação de ajudar os órfãos e as viúvas).
A poligamia sempre contrariou a vontade de Deus, e isso nunca mudou. Mas naquela circunstância específica, ainda não fosse o ideal, havia o atenuante de ampliar a oferta de maridos para as mulheres desamparadas e necessitadas de casamento.
Monogamia no N.T.: Jesus veio levar a lei à perfeição
Era preciso que o plano de Deus sobre o casamento se cumprisse na vida de seu povo, e que a poligamia fosse extinta. No Novo Testamento, Jesus veio para dar à lei o seu pleno cumprimento. E, a partir da vinda do Espírito Santo, o povo de Deus pôde ser capaz de compreender muitas coisas. Por isso, o Mestre disse na Última Ceia:
“Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade…” (João 16,12)
Na comunidade cristã primitiva, já era clara a consciência de que um homem deveria ter uma só mulher, e vice-versa. Na carta de São Paulo a Timóteo, entre as características necessárias para um candidato a bispo, o santo cita o casamento monogâmico:
“É preciso, porém, que o dirigente seja irrepreensível, esposo de uma única mulher, ajuizado…” (I Timóteo, 2)
Em toda a Escritura, fica evidente o paralelo entre a relação de marido e esposa e o amor de Deus pelo seu povo, pela Sua Igreja. Assim como Cristo possui uma só Esposa, a Santa Igreja Católica, os maridos devem possuir uma só esposa.
MCS - GO SDS - 09/2012
21 de set. de 2012
Every Life is Beautiful
SUGESTÃO DE FILME PARA O FINAL DE SEMANA
Fonte: Humanitatis
Vejam e entendam que há um outro lado do aborto, contado por quem foi sua vítima. Um lado que não se fala e tenta-se esconder. A tarefa da película é apresentar um discurso muito negligenciado nas discussões sobre o assunto. E esta mensagem está bem clara no subtítulo da obra: toda vida é linda!
Alguns visitantes argumentaram que “só quem foi estuprada sabe o tamanho dessa violência”. Pois é, Gianna Jessen sabe melhor que qualquer um o que é sofrer a tentativa de assassinato. Ela foi queimada viva! Só o carinho e o amor de uma família adotiva deu a essa mulher a segurança para seguir acreditando que viver vale a pena.
MCS - GO SDS - 09/2012
13 de set. de 2012
Masturbação: psicologia e fatores que influenciam
Por favor observe que digo “tendência” (mais precisamente, tendência desordenada). Muitas pessoas têm encontrado, de diversas formas, controle sobre essa tendência com um programa espiritual. Outros, entretanto, lutam no escuro, e é para esse grupo que escrevo.
CONSIDERAÇÕES PSICOLÓGICAS SOBRE O HÁBITO DA MASTURBAÇÃO
A masturbação é algumas vezes chamada de “auto-abuso”, ou onanismo, ou ainda em livros seculares, “auto-estimulação”. Quando a estimulação psíquica acontece durante o sono, é conhecida como polução noturna. [...]
Mas talvez a descrição mais incisiva do hábito da masturbação esteja em uma carta de C.S. Lewis, citada por Leanne Payne em “The Broken Image”: “Para mim o verdadeiro mau da masturbação consiste no fato de que ele pega um apetite que, no uso correto, levaria o indivíduo para fora de si a fim de completar (e corrigir) a própria personalidade na personalidade de outra pessoa (e finalmente nos filhos e até nos netos) e a inverte, fazendo-a voltar-se para a prisão do “si mesmo”, a fim de manter um harém de esposas imaginárias. E esse harém, uma vez admitido, trabalha contra a chance da pessoa um dia sair dele e realmente se unir a uma mulher real. Isso porque esse harém está lá, sempre acessível, sempre subserviente, não exige sacrifícios ou ajustes, e pode ser acompanhado de atrações eróticas e psicológicas que nenhuma mulher real pode trazer”. Essa citação pode ser aplicada também às mulheres. Ela expressa o significado da masturbação como uma fuga pessoal da realidade em direção à prisão da luxúria.
FATORES QUE CONTRIBUEM AO HÁBITO DA MASTURBAÇÃO
A masturbação é um fenômeno complexo. [...] Escutando as pessoas logo se vê que a solidão é a principal causa, levando o indivíduo ao isolamento, fantasia, e masturbação. A solidão geralmente vem acompanhada de sentimentos de profunda auto-depreciação e ressentimento. Quando o mundo real é duro e proibitivo, a pessoa se volta para a fantasia, e quando a pessoa perde muito tempo em um mundo de fantasia, torna-se escravo de objetos sexuais (pois essa é a maneira com que ele vê as pessoas, como objetos sexuais).
Daí a pessoa entra no mundo irreal, mas prazeroso, da própria imaginação. Esse é o princípio do vício sexual, tão bem descrito por Patrick Carnes.
O hábito da masturbação se transforma muito frequentemente em vício, ou seja, a pessoa não consegue mais controlar a atividade masturbatória, apesar de grandes esforços nesse sentido. Normalmente falta a essa pessoa um “insight”, ela precisa de terapia em conjunto com uma direção espiritual.
Entretanto, às vezes o hábito da masturbação é temporário e circunstancial. Por exemplo, tão logo a pessoa sai de determinado ambiente, a tendência a se masturbar desaparece. [...]
LIDANDO COM A MASTURBAÇÃO A PARTIR DO PONTO DE VISTA RELIGIOSO
[...] A maneira mais errada de lidar com a questão é pensar que os adolescentes vão parar de se masturbar quando crescerem. Muitos não deixam. Outro mito é dizer que quem pratica a masturbação tem menor chance de ter relações reais com outra pessoa de outro sexo ou do mesmo sexo. Isso pode ser verdade em algumas circunstâncias, mas a masturbação pode levar a agir com outras pessoas. Em alguns casos a masturbação foi recomendada como meio de aliviar as tensões do corpo, como uma forma de terapia sexual. Outros terapeutas usam a masturbação como um modo (alegam) terapêutico de reviver experiências sexuais traumáticas da infância (esse tipo de tratamento não é mais usado por terapeutas de prestígio). A masturbação mútua tem sido usada por homossexuais como forma de “sexo seguro”. Outros conselheiros minimizam o problema, não dão conselho algum, a não ser “não se preocupe com isso”. [...]
Parece, entretanto, que a atitude correta é tratar a masturbação habitual e compulsiva como um problema aberto à soluções, desde que a pessoa siga um projeto espiritual. Ele deve assumir a responsabilidade pelo seu futuro. À medida que vai se tornando mais livre da desordem, ele também se torna mais responsável. Isso vai se tornando mais claro, e posso mostrar algumas situações típicas.
Adolescentes. É fato que adolescentes têm sido bombardeados com estímulos sexuais pela mídia, e os pais muitas vezes falham em dar orientações morais, e mesmo o clero e religiosos permanecem calados sobre o assunto. Por isso não é surpresa alguma que os adolescentes não saibam nada sobre a moralidade da masturbação. Muitos já se envolvem e se tornam viciados na prática antes mesmo de se conscientizarem plenamente que ela é moralmente errada. Eu uso o termo “plenamente” porque, apesar de toda a lavagem cerebral de nossa cultura, muitos jovens sentem que a masturbação é errada.Ao mesmo tempo eles se sentem incapazes de controlar um hábito já existente, e em sua vergonha e culpa escondem-se e fogem de discutir o assunto com conselheiros, e fogem mais ainda de discutir o assunto com padres, já que eles são tidos como figuras autoritárias. Incertos sobre si mesmos, confusos acerca dos valores propostos pela cultura, e algumas vezes pela própria família, esses jovens facilmente se refugiam no mundo da fantasia do prazer sexual.
Muitas vezes temerosos de relacionamentos reais com pessoas do outro sexo, eles mergulham no mundo da fantasia da masturbação. Adicione-se a isso o caos moral e os conselhos errados sobre masturbação em aulas de religião em algumas escolas católicas, e você pode compreender porque nossos jovens sequer mencionam no confessionário a masturbação como um problema moral. Isso dá aos padres ainda mais motivos para responder seriamente aos jovens que levantam essa questão.
Precisamos fornecer direcionamento espiritual adequado aos jovens, reconhecendo seu desejo de ser casto, e dando-lhes conselhos específicos no assunto.
Talvez falhemos em perceber a quantidade de culpa presente em jovens com o hábito da masturbação. Eles percebem que há algo errado no que fazem, apesar de lhes falarem para “não se preocupar com isso”, ou “você não pode fazer nada”, ou “quando você crescer isso passa”. Eles precisam de orientação, mas não a receberão enquanto não forem informados sobre a moralidade da masturbação, e os fatores psicológicos que muitas vezes os impedem de exercer o livre-arbítrio. A minha opinião (e a de outros confessores) é que muitos adolescentes não comparecem à Santa Comunhão aos domingos por sentirem que não conseguem superar o hábito.Já com relação aos jovens adultos, o mito diria que esse hábito é para passar nessa idade. Mas com o casamento acontecendo cada vez mais tarde (depois dos 25 anos), com noivados durando anos a fio, e com o constante estímulo da mídia e da propaganda, não é surpresa que muitos homens e mulheres da masturbação, algumas vezes masturbação mútua. Pessoas muito envolvidas assim se consideram virgens, já que não aconteceu a penetração vaginal, são chamados de “tecnicamente virgens”, mas é preciso que eles reconquistem a virtude da pureza.
Outras pessoas solteiras vivem na fantasia quando não estão trabalhando. Sem namorar com ninguém por uma variedade de razões, incertos sobre o que fazer da vida, e sem compromisso com esposa e filhos, frequentemente eles buscam refúgio em várias formas de fantasia, como revistas eróticas, etc. Estão muito ocupados com vários compromissos, e muito solitários. Sua tendência a se masturbar muitas vezes extrapola para um intercurso genital quando surge a oportunidade. Em outras palavras, seu ídolo é o sexo.
É muito difícil chegar a esse grupo, que muitas vezes só vem à Igreja na Páscoa e no Natal, para agradar a família. Talvez quando chegarem aos 30 anos e perceberem que há mais na vida do que só sexo, aí então venham buscar auxílio espiritual. Aqui a atividade sexual não é tanto o problema, mas um sintoma de uma profunda fuga do que é espiritual.
Quanto aos adultos mais maduros, é minha experiência que quando cristãos atingem os 30 anos sem ter escolhido uma vocação na vida, tal como casamento, vida religiosa, sacerdotal, ou uma vida de solteiro servindo a Cristo no mundo, eles começam a se perguntar pelo sentido da vida pessoal. Ainda assim, os desejos sexuais permanecem fortes como antes, e talvez mais intensos, e a pessoa pode gastar mais tempo da fantasia, levando à masturbação freqüente.
Isso, por sua vez, produz fortes sentimentos de vergonha e culpa. Se a pessoa não procura orientação espiritual para o problema, ou se quando procura não encontra nenhuma ajuda, ela vai continuar levando esse peso para a terceira idade.
ALGUMAS DIRETIVAS ESPIRITUAIS
Adolescentes. É fato que adolescentes têm sido bombardeados com estímulos sexuais pela mídia, e os pais muitas vezes falham em dar orientações morais, e mesmo o clero e religiosos permanecem calados sobre o assunto. Por isso não é surpresa alguma que os adolescentes não saibam nada sobre a moralidade da masturbação. Muitos já se envolvem e se tornam viciados na prática antes mesmo de se conscientizarem plenamente que ela é moralmente errada. Eu uso o termo “plenamente” porque, apesar de toda a lavagem cerebral de nossa cultura, muitos jovens sentem que a masturbação é errada.Ao mesmo tempo eles se sentem incapazes de controlar um hábito já existente, e em sua vergonha e culpa escondem-se e fogem de discutir o assunto com conselheiros, e fogem mais ainda de discutir o assunto com padres, já que eles são tidos como figuras autoritárias. Incertos sobre si mesmos, confusos acerca dos valores propostos pela cultura, e algumas vezes pela própria família, esses jovens facilmente se refugiam no mundo da fantasia do prazer sexual.
Muitas vezes temerosos de relacionamentos reais com pessoas do outro sexo, eles mergulham no mundo da fantasia da masturbação. Adicione-se a isso o caos moral e os conselhos errados sobre masturbação em aulas de religião em algumas escolas católicas, e você pode compreender porque nossos jovens sequer mencionam no confessionário a masturbação como um problema moral. Isso dá aos padres ainda mais motivos para responder seriamente aos jovens que levantam essa questão.
Precisamos fornecer direcionamento espiritual adequado aos jovens, reconhecendo seu desejo de ser casto, e dando-lhes conselhos específicos no assunto.
Talvez falhemos em perceber a quantidade de culpa presente em jovens com o hábito da masturbação. Eles percebem que há algo errado no que fazem, apesar de lhes falarem para “não se preocupar com isso”, ou “você não pode fazer nada”, ou “quando você crescer isso passa”. Eles precisam de orientação, mas não a receberão enquanto não forem informados sobre a moralidade da masturbação, e os fatores psicológicos que muitas vezes os impedem de exercer o livre-arbítrio. A minha opinião (e a de outros confessores) é que muitos adolescentes não comparecem à Santa Comunhão aos domingos por sentirem que não conseguem superar o hábito.Já com relação aos jovens adultos, o mito diria que esse hábito é para passar nessa idade. Mas com o casamento acontecendo cada vez mais tarde (depois dos 25 anos), com noivados durando anos a fio, e com o constante estímulo da mídia e da propaganda, não é surpresa que muitos homens e mulheres da masturbação, algumas vezes masturbação mútua. Pessoas muito envolvidas assim se consideram virgens, já que não aconteceu a penetração vaginal, são chamados de “tecnicamente virgens”, mas é preciso que eles reconquistem a virtude da pureza.
Outras pessoas solteiras vivem na fantasia quando não estão trabalhando. Sem namorar com ninguém por uma variedade de razões, incertos sobre o que fazer da vida, e sem compromisso com esposa e filhos, frequentemente eles buscam refúgio em várias formas de fantasia, como revistas eróticas, etc. Estão muito ocupados com vários compromissos, e muito solitários. Sua tendência a se masturbar muitas vezes extrapola para um intercurso genital quando surge a oportunidade. Em outras palavras, seu ídolo é o sexo.
É muito difícil chegar a esse grupo, que muitas vezes só vem à Igreja na Páscoa e no Natal, para agradar a família. Talvez quando chegarem aos 30 anos e perceberem que há mais na vida do que só sexo, aí então venham buscar auxílio espiritual. Aqui a atividade sexual não é tanto o problema, mas um sintoma de uma profunda fuga do que é espiritual.
Quanto aos adultos mais maduros, é minha experiência que quando cristãos atingem os 30 anos sem ter escolhido uma vocação na vida, tal como casamento, vida religiosa, sacerdotal, ou uma vida de solteiro servindo a Cristo no mundo, eles começam a se perguntar pelo sentido da vida pessoal. Ainda assim, os desejos sexuais permanecem fortes como antes, e talvez mais intensos, e a pessoa pode gastar mais tempo da fantasia, levando à masturbação freqüente.
Isso, por sua vez, produz fortes sentimentos de vergonha e culpa. Se a pessoa não procura orientação espiritual para o problema, ou se quando procura não encontra nenhuma ajuda, ela vai continuar levando esse peso para a terceira idade.
ALGUMAS DIRETIVAS ESPIRITUAIS
Acredito que as seguintes diretivas são úteis:
(1) Ajude a pessoa a refletir sobre o sentido da vida, suas esperanças, suas conquistas, seus desapontamentos, suas frustrações, sua solidão. Tente descobrir o que consome a pessoa, já que a masturbação geralmente é um sintoma da inquietude da alma, e precisamos atacar as causas do problema primeiro.
(2) Se possível, procure construir com a pessoa um projeto espiritual de vida.
(3) Conscientize a pessoa que a maioria dos seres humanos têm a tendência de fugir para mundos prazerosos de fantasia quando a realidade se torna dura e difícil, e a masturbação geralmente surge a partir da fantasia sexual. A estratégia espiritual é aprender como trazer a pessoa de volta da fantasia para a realidade tão cedo quanto possível, assim que se percebe que a fantasia sexual está envolvendo a pessoa. Uma técnica que funciona com algumas pessoas é fazer uma curta oração, e então começar a fazer algo de externo e físico, como por exemplo caminhar, fazer algum trabalho doméstico, e daí por diante. Já aconteceu de você se encontrar em uma fantasia de raiva, de inveja ou sexual, e o telefone tocar, e quando você vai atender a fantasia desvanece? A questão é se manter na realidade.
(4) Além de compartilhar o problema com um diretor espiritual, tente encontrar um grupo de suporte com o “Sexaholics Anonymous (S.A.)”. Cultivar amizades reais com pessoas reais reduz significativamente o poder da fantasia sexual, e dá à pessoa um sentido de valor pessoal.
______________________________________________
Trecho do artigo “The Pastoral Problem of Masturbation”, de John F. Harvey, OSFS. Disponível no site Courage.net -
MCS - GO SDS - 09/2012
10 de set. de 2012
Como se lê a Bíblia
Fonte: Catecismo Jovem
Desejaria ainda sublinhar como é significativo o testemunho a respeito da relação entre o Espírito Santo e a Escritura que encontramos nos textos litúrgicos, onde a Palavra de Deus é proclamada, escutada e explicada aos fiéis. É o caso de antigas orações que, em forma de epiclese, invocam o Espírito antes da proclamação das leituras: "Mandai o vosso Espírito Santo Paráclito às nossas almas e fazei-nos compreender as Escrituras por Ele inspiradas; e concedei-me interpretá-las de maneira digna, para que os fiéis aqui reunidos delas tirem proveito". De igual modo, encontramos orações que, no fim da homilia, novamente invocam de Deus o dom do Espírito sobre os fiéis: "Deus salvador (…), nós Vos pedimos por este povo: Mandai sobre ele o Espírito Santo; o Senhor Jesus venha visitá-lo, fale à mente de todos e abra os corações à fé e conduza para Vós as nossas almas, Deus das Misericórdias". Por tudo isto bem podemos compreender que não é possível alcançar o sentido da Palavra, se não se acolhe a ação do Paráclito na Igreja e nos corações dos fiéis.Papa Bento XVI - Verbum Domini
A Sagrada Escritura lê-se corretamente se for lida em atitude orante, ou seja, com a ajuda do Espírito Santo, sob cujo influxo ela surgiu. Ela contém a Palavra de Deus, isto é, a decisiva mensagem de Deus para nós.
MCS - GO SDS - 09/2012
22 de ago. de 2012
Não deixe o amor morrer
Fonte: Era do Milagre
Na ilusão de que o outro é sua propriedade você acaba fazendo exigências descabidas isso tudo para aplacar a insegurança pessoal. Nessa troca mútua de privações; a liberdade é estrangulada pela obrigação e a monotonia dá uma segurança entediante que também vai asfixiando a relação e não demora muito sonhos vão morrendo e o diálogo e o desejo de saber da vida do outro desaparece. A cumplicidade cede lugar ao egoísmo desmedido. Para o amor não acabar precisamos aprender que estar com alguém requer paciência; diálogo; vontade; doação e eterna conquista.
Atualmente existe um elevado número de divórcios, mas não é porque não gostamos de estar casados, mas sim porque as expectativas de um "bom" casamento são maiores do que antes. Todos querem uma vida de paixão com alguém especial e é por isso que também existe um alto número de segundos casamentos. Uma relação é como um investimento. No início existem incertezas, mas à medida que o tempo passa a confiança cresce. Não fique de braços cruzados, provoque uma mudança você mesma, fortaleça sua autoestima e verá que isso favorecerá também o relacionamento. É natural que existam falhas.
Mas às vezes os dois estão fazendo direito e o amor se comporta como um perfume: fica um tempo no ar e depois se esvanece. Esse término depende de como foi o começo. Existem dois tipos principais de relacionamento. No primeiro, o casal busca bem-estar, quer adquirir bens, aumentar o prestígio social, construir uma família bem-sucedida. Um fica puxando o outro para cima: "Eu queria que você fosse mais isso, mais aquilo". No segundo, as pessoas se juntam para evoluir. Às vezes, nem há riqueza material. Eles se amam porque são do jeito que são. Não estou julgando nenhum dos tipos, porque ambos são baseados no amor. Aquele que vive do bem-estar acaba em litígio por causa do patrimônio.
O que era motivo de orgulho vira troféu de guerra. No outro, o amor se transforma em aceitação. E quando existir traição? Numa relação de bem-estar, é um trauma, pois desestrutura todas as crenças alimentadas por anos. No outro tipo, não vira um ataque pessoal. Muitas vezes a relação continua por conta do carinho e afeto entre o casal, mas a verdade é que, com a chama da paixão extinta, o amor entre o casal pode sumir de vez. E como ficar junto por comodismo é a pior coisa para os dois, montamos uma listinha com os principais sinais de que o amor acabou. Quem sabe não é a hora, de você sacudir a poeira da relação e reativar o sentimento que uniu vocês dois? Também pode ser a deixa que você precisava para mudar o rumo da sua vida e sair por aí atrás de novas experiências, não é mesmo? Existem muitas razões para que um amor morra: falta de diálogo, medo de se entregar, desconfianças, ciúme excessivo, egoísmo exagerado, diferenças morais, religiosas ou até uma terceira pessoa - que já existia ou chegou depois... Mas a verdade é que nunca há somente um motivo.
Inconscientemente ou não, propositadamente ou não, o fato é que há sempre uma lição a ser aprendida, mesmo por aquele que está sofrendo, mesmo por aquele que não quer abrir mão do amor, independentemente de sua condição. Então, a pergunta seria: por que manter uma relação que já não traz felicidade, que transforma cada dia numa batalha, que faz com que o outro se sinta pequeno, constrangido, decepcionado, angustiado e até sem vontade de viver?
MCS - GO SDS - 08/2012
17 de ago. de 2012
As crianças e as brigas dos pais
Fonte: Era do Milagre
Sabemos, com certeza, que não basta ter ótimas práticas educativas. Os pais também devem ter bom relacionamento entre eles. Quanto mais os pais brigam entre si, mais a criança tem tendência de apresentar comportamentos denominados antissociais (brigar, mentir, praticar bullying, gritar etc.).
Conflitos simples entre os pais não são apontados como problemas se o casal consegue resolver as diferenças. Porém, se as brigas continuam, podem levar a sinais de depressão, ansiedade e outros problemas transferidos às crianças.
AS CRIANÇAS E AS BRIGAS DOS PAIS
Quanto melhor a interação familiar, menos estressante é a relação entre pais e filhos.
Quanto mais as crianças percebem a desarmonia dos pais, menos regras os adultos colocam e mais elas são consideradas "difíceis" por eles.
Quanto mais as crianças percebem um clima conjugal negativo, menor o índice de habilidades sociais.
Quanto mais estressante a vida do casal, mais frequentes as punições físicas em relação às crianças.
Crianças cujos pais têm uma relação harmônica têm melhores relacionamentos com os amigos.
Acredito que o problema não está na discussão, mas, sim, em como ela é conduzida. Discussões fazem parte dos relacionamentos. Se um casal diverge em algo, não precisa omitir dos filhos. Mas essa conversa deve acontecer com respeito, sem ofensas, humilhações e, especialmente, sem violência, seja ela física ou verbal. Casais que não se respeitam possivelmente facilitarão o surgimento de conflitos nos filhos.
Se os seus filhos presenciarem uma briga séria, converse com eles depois e peça desculpas. Os filhos podem aprender muito com as crises. As pessoas brigam e se reconciliam, podem ter opiniões diferentes e se amar mesmo assim; podem se amar e brigar de vez em quando... É importante aceitar a opinião de outros e saber perdoar. Brigas ruins são compostas por insultos pessoais, expressões de hostilidade, xingamentos e agressão física. Discussões que levam ao aprendizado mostram expressões verbais de apoio ao outro, compreensão e empatia; cumplicidade e compromisso para resolução do problema.
DEPOIMENTOS REAIS
A professora fez a seguinte pergunta às crianças: "Se você pudesse fazer três pedidos para a fada madrinha, quais você faria?". Veja algumas respostas:
“Queria que meus pais parassem de gritar comigo e minha mãe parasse de me xingar.” (menina de 6 anos)
“Queria que meus pais não me batessem mais.” (menina de 7 anos)
“Queria que meus pais parassem de brigar entre eles e meu irmão não brigasse tanto comigo.” (menino de 5 anos)
MCS - GO SDS - 08/2012
28 de jun. de 2012
O Sacramento do Matrimônio
Fonte: Voz da Igreja
É admirável que o amor entre um homem e uma mulher, um tipo de amor que envolve doação, parceira, carinho e também intimidade (inclusive sexual e erótica), seja marcado por Cristo com a Sua Graça, e que seja um Sacramento! O amor entre homem e mulher também é matéria de Sacramento, também é sinal do Amor de Deus!
O Catecismo da Igreja afirma: “O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher estabelecem comunidade (comum unidade) por toda a vida, por sua própria natureza ordenado ao bem dos esposos e à geração e educação dos filhos, entre os batizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de Sacramento” (CIC 1601).
O homem e a mulher, pelo amor, assumem uma aliança por toda a vida. Primeiro por amor, para viver e cultivar o amor entre eles, e para que, se amando, sejam felizes. É isso que o Catecismo afirma, quando fala no “bem dos esposos”. Em segundo lugar, para partilhar esse amor com outros, especialmente com os filhos que Deus lhes enviar. O amor é assim: se espalha, se difunde... Quanto mais amor, mais partilha, mais expansão de amor. O amor é diferente do dinheiro e dos bens materiais: na economia do amor, quanto mais você der, mais terá. Se tentar guardar para si, ficará sem nada. Se compartilhar e dividir, ele crescerá, proporcionalmente.
O Catecismo diz ainda que esse amor foi elevado, por Cristo, à dignidade de Sacramento, isto é, sinal eficaz da Graça de Cristo. Até São Paulo, admirado, exclamou sobre isso: “É grande esse mistério (Ef 5, 32)!” A Escritura, do começo ao fim, fala do Matrimônio e do seu mistério profundo: já no Gênesis, logo após a criação do homem e da mulher, vem a ordem para crescerem e se multiplicarem. E a primeira palavra do homem foi uma declaração de amor: “Eva é carne da minha carne, osso dos meus ossos!”. Daí até o Apocalipse, que termina com a visão das Núpcias do Cordeiro (Cristo) com sua Igreja (a Jerusalém Celeste), vemos quanto o Matrimônio é sagrado.
Quando homem e mulher procuram o Sacramento do Matrimônio, é porque Deus os chamou para transformar o significado do amor que sentem um pelo outro em Mistério do Amor de Deus. O Dom do Sacramento do Matrimônio é, ao mesmo tempo, vocação e dever dos esposos, para que permaneçam fiéis um ao outro, acima de todas as provas e dificuldades, em sagrada Comunhão com a Vontade de Deus: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza.
Importante: o Dom de Jesus Cristo aos casais unidos sacramentalmente não se esgota na Celebração do Matrimônio, mas começa aí, e acompanha o casal ao longo de toda a sua existência, até o fim.
Antes do Sacramento, o namoro - Antes do Matrimônio, é importantíssimo viver bem a fase do namoro. Namorar é coisa séria; exige compromisso, responsabilidade, fidelidade, respeito, companheirismo, seriedade, sentimentos verdadeiros, sinceridade e racionalismo, de ambas as partes. Jovens, não confundam namorar com “ficar”! Ao “ficar” com alguém, uma pessoa trata outra pessoa como se fosse um objeto descartável, que é usado e depois jogado fora. “Ficar” é quase uma face da prostituição, pois há jovens que “ficam” com várias pessoas diferentes numa só festa ou “balada”! Poderíamos dizer que é um tipo de prostituição considerada “light”, socializada. Tal prática leva ao vício, que é alimentado e fortalecido cada vez que se repete; o corpo se acostuma ao prazer, enquanto o sentimento e o desejo por algo mais sério, mais bonito e mais importante são desprezados. O sagrado que existe no relacionamento homem/mulher é pervertido.
É orientação da Igreja que os jovens tenham a experiência do namoro, pois é preparação para o Matrimônio. É no namoro que surge o discernimento e a decisão acertada para escolher aquele(a) que será o homem ou a mulher da sua vida, que viverá com você até que a morte os separe! Não se escolhe qualquer pessoa para ir morar junto e dividir tudo, pelo resto da vida! Tenha muito cuidado (mesmo!) para não machucar o coração e não complicar para sempre a sua vida.
Se para comprar um par de sapatos, por exemplo, é preciso cuidado, pois o modelo deve estar de acordo com o seu gosto, o seu jeito de ser e suas necessidades, imagine, então, escolher a pessoa com a qual você terá e criará os seus filhos, que será sua parceira ou parceiro para o resto da sua vida! É preciso analisar as atitudes, os gostos, o jeito... Observar se haverá harmonia num relacionamento definitivo. As prioridades daquela pessoa devem combinar com você e com o que você pretende construir na vida. O futuro marido ou esposa não precisa ser sua “cópia”, mas ter os mesmos princípios e valores é algo importantíssimo.
Se você é cristão praticante, por exemplo, cuidado para não se corromper com uma pessoa mundana, que poderá afastá-lo(a) da Igreja. Se você preserva o seu corpo com a castidade, guardando-se para uma pessoa especial, cuidado para não se entregar a um príncipe (ou princesa) que vai a transformá-la(o) num sapo!
O Catecismo da Igreja afirma: “O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher estabelecem comunidade (comum unidade) por toda a vida, por sua própria natureza ordenado ao bem dos esposos e à geração e educação dos filhos, entre os batizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de Sacramento” (CIC 1601).
O homem e a mulher, pelo amor, assumem uma aliança por toda a vida. Primeiro por amor, para viver e cultivar o amor entre eles, e para que, se amando, sejam felizes. É isso que o Catecismo afirma, quando fala no “bem dos esposos”. Em segundo lugar, para partilhar esse amor com outros, especialmente com os filhos que Deus lhes enviar. O amor é assim: se espalha, se difunde... Quanto mais amor, mais partilha, mais expansão de amor. O amor é diferente do dinheiro e dos bens materiais: na economia do amor, quanto mais você der, mais terá. Se tentar guardar para si, ficará sem nada. Se compartilhar e dividir, ele crescerá, proporcionalmente.
O Catecismo diz ainda que esse amor foi elevado, por Cristo, à dignidade de Sacramento, isto é, sinal eficaz da Graça de Cristo. Até São Paulo, admirado, exclamou sobre isso: “É grande esse mistério (Ef 5, 32)!” A Escritura, do começo ao fim, fala do Matrimônio e do seu mistério profundo: já no Gênesis, logo após a criação do homem e da mulher, vem a ordem para crescerem e se multiplicarem. E a primeira palavra do homem foi uma declaração de amor: “Eva é carne da minha carne, osso dos meus ossos!”. Daí até o Apocalipse, que termina com a visão das Núpcias do Cordeiro (Cristo) com sua Igreja (a Jerusalém Celeste), vemos quanto o Matrimônio é sagrado.
Quando homem e mulher procuram o Sacramento do Matrimônio, é porque Deus os chamou para transformar o significado do amor que sentem um pelo outro em Mistério do Amor de Deus. O Dom do Sacramento do Matrimônio é, ao mesmo tempo, vocação e dever dos esposos, para que permaneçam fiéis um ao outro, acima de todas as provas e dificuldades, em sagrada Comunhão com a Vontade de Deus: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza.
Importante: o Dom de Jesus Cristo aos casais unidos sacramentalmente não se esgota na Celebração do Matrimônio, mas começa aí, e acompanha o casal ao longo de toda a sua existência, até o fim.
Antes do Sacramento, o namoro - Antes do Matrimônio, é importantíssimo viver bem a fase do namoro. Namorar é coisa séria; exige compromisso, responsabilidade, fidelidade, respeito, companheirismo, seriedade, sentimentos verdadeiros, sinceridade e racionalismo, de ambas as partes. Jovens, não confundam namorar com “ficar”! Ao “ficar” com alguém, uma pessoa trata outra pessoa como se fosse um objeto descartável, que é usado e depois jogado fora. “Ficar” é quase uma face da prostituição, pois há jovens que “ficam” com várias pessoas diferentes numa só festa ou “balada”! Poderíamos dizer que é um tipo de prostituição considerada “light”, socializada. Tal prática leva ao vício, que é alimentado e fortalecido cada vez que se repete; o corpo se acostuma ao prazer, enquanto o sentimento e o desejo por algo mais sério, mais bonito e mais importante são desprezados. O sagrado que existe no relacionamento homem/mulher é pervertido.
É orientação da Igreja que os jovens tenham a experiência do namoro, pois é preparação para o Matrimônio. É no namoro que surge o discernimento e a decisão acertada para escolher aquele(a) que será o homem ou a mulher da sua vida, que viverá com você até que a morte os separe! Não se escolhe qualquer pessoa para ir morar junto e dividir tudo, pelo resto da vida! Tenha muito cuidado (mesmo!) para não machucar o coração e não complicar para sempre a sua vida.
Se para comprar um par de sapatos, por exemplo, é preciso cuidado, pois o modelo deve estar de acordo com o seu gosto, o seu jeito de ser e suas necessidades, imagine, então, escolher a pessoa com a qual você terá e criará os seus filhos, que será sua parceira ou parceiro para o resto da sua vida! É preciso analisar as atitudes, os gostos, o jeito... Observar se haverá harmonia num relacionamento definitivo. As prioridades daquela pessoa devem combinar com você e com o que você pretende construir na vida. O futuro marido ou esposa não precisa ser sua “cópia”, mas ter os mesmos princípios e valores é algo importantíssimo.
Se você é cristão praticante, por exemplo, cuidado para não se corromper com uma pessoa mundana, que poderá afastá-lo(a) da Igreja. Se você preserva o seu corpo com a castidade, guardando-se para uma pessoa especial, cuidado para não se entregar a um príncipe (ou princesa) que vai a transformá-la(o) num sapo!
MCS - GO SDS - 06/2012
18 de mai. de 2012
Conheça a página do "Namoro Cristão" no Facebook
Se você gosta de acessar o Facebook, que tal curtir a Página do Namoro Cristão na rede social? Este espaço foi idealizado e é mantido por missionários da Canção Nova que, no seu dia a dia, vivem a experiência de um namoro santo.
O objetivo desta página é auxiliar e partilhar experiências com outros casais que assumiram o compromisso de viver a santidade no namoro.
Na página você pode encontrar textos sobre os mais variados temas, sempre com uma linguagem clara, objetiva e muito atual. Mas vale ressaltar que o grupo não é só para casais, você que é solteiro também pode participar do grupo e assim conhecer o cotiadiano de um casal que busca viver a santidade, mesmo nos pequenos gestos de carinho e afeto.
O objetivo desta página é auxiliar e partilhar experiências com outros casais que assumiram o compromisso de viver a santidade no namoro.
Na página você pode encontrar textos sobre os mais variados temas, sempre com uma linguagem clara, objetiva e muito atual. Mas vale ressaltar que o grupo não é só para casais, você que é solteiro também pode participar do grupo e assim conhecer o cotiadiano de um casal que busca viver a santidade, mesmo nos pequenos gestos de carinho e afeto.
MCS - GO SDS - 05/2012
14 de mai. de 2012
Mães: testemunhos de pleno amor
Fonte: RCC Brasil
Uma forma de participar na obra criadora de Deus. A maternidade é um presente belíssimo que o Senhor colocou na vida das mulheres. E as mães são graças que Ele coloca na vida dos seus filhos...
Carinho, amor, dedicação. De forma a homenagear aquelas que nos deram à vida, o segundo domingo de maio é voltado, no Brasil e em diversos outros países, a celebrar o Dia das Mães.
Neste fim de semana especial, o Portal RCCBRASIL traz a história de três mães que vivem sua maternidade dentro da Renovação Carismática Católica e trazem testemunhos de como é ver seus filhos dando passos na fé também dentro do nosso Movimento. Aproveitemos esses testemunhos e elevemos aos céus nosso louvor por esta bela vocação!
O início da caminhada
Além de coordenadora arquidiocesana da RCC Pelotas/RS e serva dos ministérios de música e pregação, Patrícia Gonçalves é mãe do pequeno Filipe, de dois anos, e de Miguel, que deve nascer ainda em maio. “É complicado conciliar tudo, mas não importa o trabalho”, explica ela.
São muitas as funções exigidas na função em que exerce, reunidas ao trabalho e às tarefas domésticas. No entanto, para Patrícia, a maternidade trouxe um sentimento de realizar coisas que antes ela considerava impensáveis. “É como ter o meu coração fora do corpo”, conta.
E a família toda participa do Grupo de Oração. Inclusive, o Filipe é uma criança carismática, nos dois sentidos: todos param para olhar ele participando ativamente das atividades. “É maravilhoso vê-lo louvando a Deus, mesmo na sua inocência, porque toda mãe quer que o filho trilhe o caminho certo”, testemunha Patrícia. Além disso, ela lembra que o filho também participa no abraço da Paz e reza pelo irmãozinho que ainda está na barriga. Uma caminhada de fé que começa desde pequeno: “Não me importo do trabalho que dá, eu levo o Filipe, pois não posso privá-lo de participar, de criar este costume”.
Crescimento em estatura e graça
Ela é mãe de três filhos, e os três em fases de transição: João Gabriel, de 17 anos, Daniel, de 13, e Raquel, de 9. Ierecê Gilberto é mais uma das mães carismáticas que aliam muitas funções: de mãe, de esposa, de trabalhadora e de católica praticante – ela é segunda secretária do Conselho Nacional, conselheira do Ministério Universidades Renovadas e serva no GOU Miles Domini, de Maringá/PR.
Antes de viver a experiência do Batismo no Espírito Santo, ela dizia que não queria ser mãe: “Tinha aquele discurso que questiona a razao de se ter filhos, de se colocar mais gente nesse mundo”. Mas depois do encontro com Jesus, passou a ver a maternidade como um dom de Deus. Uma chance de formar pessoas diferentes.
Com o nascimento dos filhos, ela passou a ser uma mãe carismática, que, segundo ela, é aquela que vive a vida no Espírito Santo e coloca isso no dia a dia dela e dos filhos. Uma vivência de oração, de intimidade com Deus, da abertura aos Seus dons.
Para conciliar a grande quantidade de tarefas, ela conta com a colaboração do esposo, Oscar, que a apoia em suas atividades e a compreende, pois vive junto com ela a fé. A família também é participante dos Grupos de Oração. Mas, claro, respeitando as fases pelas quais os filhos passam: os questionamentos, a tensão pré-vestibular etc. Para Ierecê, viver a Igreja em família é um carinho de Deus. “Dá uma segurança, uma tranquilidade, de perceber que eles sabem que a vida tem um sabor diferente, que vale a pena”, diz.
Um amor entregue à missão
Nos últimos anos, as vocações missionárias tem se concretizado na RCC do Brasil. Em nossas quatro Casas de Missão, acolhemos dezenas de missionários. Eles largam seus afazeres e vidas cotidianas para anunciar do Evangelho...
Uma dessas mães que viram seus filhos partirem para a missão é Cecília Souza, mãe da missionária Fabiany, da Casa de Pelotas/RS. Residente de Várzea Grande/MT e participante do Grupo de Oração Nova Geração, ela testemunha a grande alegria em ser mãe de uma jovem que se entregou ao serviço do Reino de Deus.
Dona de um sorriso persistente, mesmo com todas as lutas trazidas pela vida, ela aproveita as pequenas brechas na rotina agitada – pelo trabalho, afazeres de casa, cuidados com os outros dois filhos (Fagner e Jennifer), a neta (Sarah) e o marido (Aloísio) – para viver a sua fé. Até o trajeto de ônibus é espaço para suas orações, em cujas intenções geralmente estão os filhos.
Na família de diferentes crenças , o desejo expressado por dona Cecília para a sua vida é o de viver o cristianismo. Por isso, ela recorre às orações diante do sacrário para encontrar forças. “Muitas vezes entro na Igreja de cabeça baixa, mas saio com ela erguida”, conta.
E a vocação e opção missionária da filha é motivo de alegria: “Agradeço a Deus por esse serviço dela”. Um testemunho que ainda a emociona, assim como na primeira vez na qual ela viu a filha pregar. E como fica o coração de mãe na distância? “Fica apertado, mas fico pensando em quantas mães ela está tendo na missão!”.
Santa Maria, mãe de Deus e da Igreja, rogai por nossas mães! Amém!
Neste fim de semana especial, o Portal RCCBRASIL traz a história de três mães que vivem sua maternidade dentro da Renovação Carismática Católica e trazem testemunhos de como é ver seus filhos dando passos na fé também dentro do nosso Movimento. Aproveitemos esses testemunhos e elevemos aos céus nosso louvor por esta bela vocação!
O início da caminhada
São muitas as funções exigidas na função em que exerce, reunidas ao trabalho e às tarefas domésticas. No entanto, para Patrícia, a maternidade trouxe um sentimento de realizar coisas que antes ela considerava impensáveis. “É como ter o meu coração fora do corpo”, conta.
E a família toda participa do Grupo de Oração. Inclusive, o Filipe é uma criança carismática, nos dois sentidos: todos param para olhar ele participando ativamente das atividades. “É maravilhoso vê-lo louvando a Deus, mesmo na sua inocência, porque toda mãe quer que o filho trilhe o caminho certo”, testemunha Patrícia. Além disso, ela lembra que o filho também participa no abraço da Paz e reza pelo irmãozinho que ainda está na barriga. Uma caminhada de fé que começa desde pequeno: “Não me importo do trabalho que dá, eu levo o Filipe, pois não posso privá-lo de participar, de criar este costume”.
Crescimento em estatura e graça
Antes de viver a experiência do Batismo no Espírito Santo, ela dizia que não queria ser mãe: “Tinha aquele discurso que questiona a razao de se ter filhos, de se colocar mais gente nesse mundo”. Mas depois do encontro com Jesus, passou a ver a maternidade como um dom de Deus. Uma chance de formar pessoas diferentes.
Com o nascimento dos filhos, ela passou a ser uma mãe carismática, que, segundo ela, é aquela que vive a vida no Espírito Santo e coloca isso no dia a dia dela e dos filhos. Uma vivência de oração, de intimidade com Deus, da abertura aos Seus dons.
Para conciliar a grande quantidade de tarefas, ela conta com a colaboração do esposo, Oscar, que a apoia em suas atividades e a compreende, pois vive junto com ela a fé. A família também é participante dos Grupos de Oração. Mas, claro, respeitando as fases pelas quais os filhos passam: os questionamentos, a tensão pré-vestibular etc. Para Ierecê, viver a Igreja em família é um carinho de Deus. “Dá uma segurança, uma tranquilidade, de perceber que eles sabem que a vida tem um sabor diferente, que vale a pena”, diz.
Um amor entregue à missão
Uma dessas mães que viram seus filhos partirem para a missão é Cecília Souza, mãe da missionária Fabiany, da Casa de Pelotas/RS. Residente de Várzea Grande/MT e participante do Grupo de Oração Nova Geração, ela testemunha a grande alegria em ser mãe de uma jovem que se entregou ao serviço do Reino de Deus.
Dona de um sorriso persistente, mesmo com todas as lutas trazidas pela vida, ela aproveita as pequenas brechas na rotina agitada – pelo trabalho, afazeres de casa, cuidados com os outros dois filhos (Fagner e Jennifer), a neta (Sarah) e o marido (Aloísio) – para viver a sua fé. Até o trajeto de ônibus é espaço para suas orações, em cujas intenções geralmente estão os filhos.
Na família de diferentes crenças , o desejo expressado por dona Cecília para a sua vida é o de viver o cristianismo. Por isso, ela recorre às orações diante do sacrário para encontrar forças. “Muitas vezes entro na Igreja de cabeça baixa, mas saio com ela erguida”, conta.
E a vocação e opção missionária da filha é motivo de alegria: “Agradeço a Deus por esse serviço dela”. Um testemunho que ainda a emociona, assim como na primeira vez na qual ela viu a filha pregar. E como fica o coração de mãe na distância? “Fica apertado, mas fico pensando em quantas mães ela está tendo na missão!”.
Santa Maria, mãe de Deus e da Igreja, rogai por nossas mães! Amém!
13 de mai. de 2012
Ser mãe é padecer no paraíso
Maternidade, um dom que vem do céu
Fonte: Canção Nova
Tantas vezes ouvi este ditado e, hoje, quero manifestar a minha interpretação sobre ele. Será que isso é ruim? A expressão padecer traz esta conotação negativa, pesada, mas, na verdade, não é bem assim…
Mais adiante, a entrada na escola. “Quem será o professor?”, “Será que vai acompanhar a aula?”, “O que vai comer no lanche?”, “Quem serão os colegas?” “E se alguém bater no meu filho?” Nós insistimos em viver a vida dos filhos e, com isso, “padecemos”, pois não temos o mesmo entendimento das crianças. E quando chega a adolescência? Nossa! Aí entra outra fase. Só mudam as preocupações, filho criado, trabalho dobrado…
Mas e aquilo que plantamos na educação deles? Não valeu a pena? As mães de hoje são, na sua maioria, frutos da geração de transição do feminismo e do sexo, drogas e rock'n roll. Achar o equilíbrio não é fácil. Anterior a nós houve a geração de pais que acreditavam que a liberdade era a melhor opção de educação para os filhos vivendo o “é proibido proibir”.
Hoje já percebemos que os limites são necessários na formação de qualquer ser humano. E por isso, às vezes, dar um “não” ao filho chega a ser um padecimento, pois sabemos que ele(a) queria muito tal coisa ou tal situação, mas percebemos que não é o melhor naquele momento, e isso gera um certo desconforto no relacionamento entre mãe e filho(a).
Aí mais do que padecer é compadecer, é sofrer, pois apesar de estarmos conscientes da decisão tomada não gostamos de ver nosso(a) filho(a) triste. E mais uma vez, apesar de toda intensidade, veremos que isso também vai passar!
Assim como nós que, hoje, neste papel de mãe, reconhecemos e aceitamos a postura que as nossas mães tiveram conosco. E pensamos: “Elas estavam certas…” Olhando tudo isso parece que o ditado está certo… ser mãe é padecer no paraíso. Agora é preciso dizer que tudo isso vale a pena!
Veja bem: vale a pena e não valeu ou está valendo… ser mãe vale por toda a vida? A presença, a realização, as conquistas, as alegrias e as tristezas de um(a) filho(a) não têm preço. Este é o nosso paraíso: a maternidade! As mães são capazes de abrir mão e renunciar a várias coisas na vida, somente não conseguem renunciar a maternidade. Esta é inegociável!
Parabéns a todas as mães, avós, tias, madrinhas, sogras… que, de uma forma ou outra, são mães em nossas vidas!
Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, nos ensine e conduza na vivência da maternidade segundo o coração de Deus!
MCS - GO SDS - 05/2012
12 de mai. de 2012
Semana de Oração - Família
Fonte: Catecismo Jovem
Muitas das pessoas que pediram a cura a Jesus, durante Sua vida terrena, foram escutadas. Jesus, que ressuscitou da morte, vive e ouve os nossos pedidos, levando-os ao Pai.
Jairo, um dos principais da sinagoga, implorou ajuda a Jesus e foi por Ele ouvido. A sua pequena filha estava doente, quase a morrer. Jesus curou a sua filhinha ou ressuscitou-a dos mortos (Mc 5, 21-43). De Jesus procedem muitas curas, testemunhadas com segurança. Ele operou sinais e milagres. Não em vão, pediam a cura a Jesus paralíticos, leprosos e cegos.
Também todos os santos da Igreja testemunham que sua oração foi escutada. Muitos cristãos narram que chamaram por Deus e que Deus os ouviu. Não obstante, Deus não é um autômato; temos te deixar a seu critério o corresponder ou não ao nosso pedido.
MCS - GO SDS - 05/2012
7 de mai. de 2012
Mamãe
“Uma mulher existe que, pela imensidão do seu amor, tem um pouco de Deus, e muito de anjo pela incansável solicitude dos cuidados seus;
Uma mulher que, ainda jovem, tem a tranquila sabedoria de uma anciã e, na velhice, o admirável vigor da juventude; se de pouca instrução, desvenda com intuição inexplicável os segredos da vida e, se muito instruída, age com a simplicidade de menina;
Uma mulher que, sendo forte, estremece com o gemido de uma criança e, sendo frágil, consegue reagir com a bravura de um leão;
Uma mulher que, enquanto viva, não lhe damos o devido valor, porque ao seu lado todas as dores são esquecidas; entretanto, quando morta, daríamos tudo o que somos e tudo que temos para vê-la de novo ao menos por um só momento, receber dela um só abraço e ouvir de seus lábios uma só palavra.
Dessa mulher não me exijas o nome, se não quiseres que turve de lágrimas esta lembrança, porque já a vi passar em meu caminho.
Quando teus filhos já estiverem crescidos, lê para eles estas palavras.
E, enquanto eles cobrem a tua face de beijos, conta-lhes que um humilde peregrino, em paga da hospedagem recebida, deixou aqui para todos o esboço do retrato de sua própria mãe.”
MCS - GO SDS - 05/2012
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